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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

DOXAZOSINA (MESILATO)

Ref. CARDURAN
Hiperplasia Prostática Benigna

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido - 2mg e 4mg
INDICAÇÕES
Síndrome de retenção urinária. Sintomas irritativos associados à hiperplasia prostática benigna.
POSOLOGIA
Adulto: 1mg/dia VO, ao deitar. Em função da resposta terapêutica, aumentar até uma dose máxima de
8mg/dia, em intervalos de 1 a 2 semanas.
Idosos: iniciar com 0,5mg/dia VO.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade à doxazosina, outros quinazolínicos e antagonistas alfa-adrenérgicos.
EFEITOS ADVERSOS
Náusea, vômito, diarréia, constipação. Boca seca. Congestão nasal. Conjuntivite. Visão turva. Tontura,
vertigem, cefaléia, parestesias, zumbido, adinamia, mialgias, fadiga, nervosismo, insônia, depressão.
Palpitações, hipotensão ortostática, taquicardia, edema periférico, dispnéia. Poliúria e incontinência
urinária. Diminuição da libido.
INTERAÇÕES
Betabloqueadores, diuréticos, inibidores da ECA, losartan, álcool, anestésicos, antidepressores,
nifedipina, bloqueadores dos canais de cálcio, nitratos e outros anti-hipertensivos podem
potencializar os efeitos hipotensores da doxazosina.
Antiinflamatórios não esteroidais e drogas simpaticomiméticas podem reduzir os seus efeitos antihipertensivos.
PRECAUÇÕES
Usar com cautela em pacientes com insuficiência hepática ou renal.
Pode causar hipotensão arterial importante e síncope com a primeira dose, se aumentar a dose
rapidamente ou se outros anti-hipertensivos forem associados.
[ ... ]

DOPAMINA (CLORIDRATO)

Ref. REVIVAN
Vasoconstritores e Hipertensores

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Solução injetável - 5mg/ml
INDICAÇÕES
Tratamento de choque de múltipla etiologia, especialmente o cardiogênico. Síndrome de baixo débito.
Como droga de segunda linha no tratamento de bradicardias sintomáticas.
POSOLOGIA
Administrar IV diluído em soro glicosado a 5%, solução fisiológica a 0,9%, solução de lactato de
Ringer ou solução de dextrose a 5%.
Neonatos: a dose usual varia de 1 a 20μg/kg/min em infusão contínua.
Crianças: a dose usual varia de 1 a 20μg/kg/minuto em infusão contínua, podendo chegar a um
máximo de 50μg/kg/min.
Adultos: a dose inicial é de 1 a 5μg/kg/min em infusão contínua, podendo chegar até a 50μg/kg/min.
Elevações de doses são efetuadas em função da resposta terapêutica, com aumentos de 1 a
4μg/kg/minuto a intervalos de 10 a 30 minutos.
Doses baixas de 1 a 5μg/kg/min são consideradas “doses renais ou dopaminérgicas”, determinando
aumento do fluxo plasmático renal e mesentérico. Doses de 5 a 10μg/kg/min são consideradas “doses
cardíacas”, determinando aumento do fluxo plasmático renal, freqüência cardíaca, contratilidade e
débito cardíaco. Doses de 10 a 20μg/kg/min são consideradas “doses vasopressoras”, determinando
aumento da pressão arterial.
CONTRA-INDICAÇÕES
Pacientes com feocromocitoma. Hipersensibilidade a sulfitos.
EFEITOS ADVERSOS
Arritmias ventriculares e supraventriculares, taquicardia, bradicardia, palpitações, dor no peito,
dispnéia. Hipertensão ou hipotensão arterial. Cefaléia, náusea e vômito. Vasoconstrição periférica,
estase vascular, intumescência ou formigamento dos pés e mãos, frio e dor nas mãos ou pés.
INTERAÇÕES
Os efeitos da dopamina são prolongados e intensificados por inibidores da MAO, bloqueadores alfa e
beta-adrenérgicos, anestésicos gerais e fenitoína. Digitálicos ou levodopa: uso concomitante pode
aumentar o risco de arritmias cardíacas. Diminui os efeitos antianginosos dos nitratos.
PRECAUÇÕES
Deve ser utilizado com extrema cautela em pacientes anestesiados com ciclopropano, halotano ou
outros anestésicos halogenados. Deve ser usado numa dose de 1/10 da usual, em pacientes em
tratamento com inibidores da MAO.
Segurança em crianças não foi estabelecida. Corrigir a volemia antes da administração.
Cuidado na administração IV, pois o extravasamento pode causar necrose tecidual.
Monitorizar cuidadosamente os parâmetros hemodinâmicos.
[ ... ]

TOBRAMICINA

Ref. TOBREX
Vasoconstritores e Hipertensores

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Solução oftálmica - 0,3pcc
INDICAÇÕES
Infecções bacterianas externas dos olhos e anexos sensíveis à tobramicina.
POSOLOGIA
Casos leves a moderados: instilar 1 a 2 gotas no olho afetado a cada 4h.
Infecções graves: instilar 2 gotas no olho afetado de hora em hora, até obter melhora. A partir desse
momento, reduzir gradativamente a freqüência das instilações antes da sua suspensão.
CONTRA-INDICAÇÕES
Pacientes com hipersensibilidade à tobramicina e aos aminoglicosídeos. Lactação.
EFEITOS ADVERSOS
Toxicidade ocular localizada e hipersensibilidade, inclusive prurido, inflamação das pálpebras e
hiperemia conjuntival.
INTERAÇÕES
Uso simultâneo de outras drogas nefrotóxicas, incluindo outros aminoglicosídeos, vancomicina,
algumas das cefalosporinas, ciclosporinas e cisplatinas. Drogas potencialmente ototóxicas como
ácido etacrínico ou talvez a furosemida podem aumentar o risco de toxicidade dos aminoglicosídeos.
Tem-se sugerido que o uso simultâneo de antieméticos como dimenidrinato pode mascarar os
primeiros sintomas da ototoxicidade vestibular.
Cuidado também é necessário se outras drogas com ação de bloqueio neuromuscular são
administradas concomitantemente. As propriedades de bloqueio neuromuscular dos
aminoglicosídeos podem ser suficientes para provocar sérias depressões respiratórias em pacientes
recebendo anestésicos em geral e opióides.
PRECAUÇÕES
Restringir uso na gravidez a casos em que é indispensável.
Suspender amamentação.
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TIMOLOL (MALEATO)

Ref. TIMOPTOL
Soluções Oftálmicas

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Solução oftálmica - 0,25pcc e 0,5pcc
INDICAÇÕES
Pressão intra-ocular elevada. Glaucoma crônico de ângulo aberto. Tipos específicos de glaucoma
secundário. Pacientes com ângulo estreito e história de fechamento de ângulo estreito espontâneo ou
induzido no olho contralateral.
POSOLOGIA
Uma gota da solução a 0,25pcc em cada olho afetado, 2 vezes ao dia. Se não houver resposta
satisfatória, pode ser aumentado para 2 gotas da solução a 0,25pcc em cada olho afetado, 2 vezes ao
dia, ou 1 gota da solução a 5pcc em cada olho afetado, 2 vezes ao dia.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade aos componentes da fórmula. História de asma brônquica ou doença pulmonar
obstrutiva grave. Bradicardia sinusal, bloqueio AV de 2º ou 3º grau, choque cardiogênico e
insuficiência cardíaca congestiva.
EFEITOS ADVERSOS
Conjuntivite, ceratite, blefarite e diminuição de sensibilidade corneana. Distúrbios visuais. Bradicardia,
arritmias, hipotensão, síncope, bloqueio cardíaco, doença cérebro-vascular, ICC, palpitação, parada
cardíaca, broncoespasmo, insuficiência respiratória, dispnéia, cefaléia, astenia, fadiga. Reações de
hipersensibilidade.
INTERAÇÕES
Bloqueadores dos canais de cálcio, depletores de catecolaminas e outros bloqueadores betaadrenérgicos
podem aumentar a predisposição à hipotensão e bradicardia.
PRECAUÇÕES
Usar com cautela em pacientes com contra-indicações de uso sistêmico de betabloqueadores, em
especial asmáticos ou com doenças cardíacas graves.
Insuficiência cardíaca deve ser controlada antes do início da terapia com timolol. Esperar 15 minutos
após aplicação para colocar lentes de contato.
Gravidez e lactação: ainda não foi estabelecida a segurança.
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CROMOGLICATO DISSÓDICO

Ref. CROMOLERG
Soluções Oftálmicas

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Solução oftálmica - 4pcc
INDICAÇÕES
Afecções alérgicas conjuntivais.
POSOLOGIA
Uma gota, 4 vezes ao dia, no saco conjuntival.
CONTRA-INDICAÇÕES
Pacientes com hipersensibilidade anterior demonstrada a qualquer dos ingredientes da formulação.
EFEITOS ADVERSOS
Dor aguda e ardor transitório à instilação, irritação ocular, reações alérgicas, infecções oculares
superficiais.
INTERAÇÕES
Não utilizar concomitantemente com outras soluções oftálmicas.
PRECAUÇÕES
Evitar uso nos três primeiros meses da gravidez.
Cuidados na administração para manter a esterilidade do produto.
É desaconselhável uso de lentes de contato durante a utilização do produto.
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CETOROLACO DE TROMETAMINA

Ref. ACULAR
Soluções Oftálmicas

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Solução oftálmica - 0,5pcc
INDICAÇÕES
Indicado para alívio do prurido ocular devido à conjuntivite alérgica e redução da dor e fotofobia em cirurgias refrativas.
POSOLOGIA
Uma gota no saco conjuntival 4 vezes ao dia, até 7 dias. Após cirurgias, usar por 3 dias.
CONTRA-INDICAÇÕES
Pacientes com hipersensibilidade anterior demonstrada a qualquer dos ingredientes da formulação.
EFEITOS ADVERSOS
Dor aguda e ardor transitório à instilação, irritação ocular, reações alérgicas, infecções oculares
superficiais e ceratite superficial.
INTERAÇÕES
Sensibilidade cruzada com ácido acetilsalicílico, derivados do ácido fenilacético e outros agentes
antiinflamatórios não esteroidais.
Com alguns antiinflamatórios não esteroidais, há aumento do potencial de sangramento dos tecidos
oculares.
PRECAUÇÕES
Pacientes com tendência hemorrágica ou que estejam recebendo outras medicações que podem
prolongar o tempo de sangramento.
Não fazer uso concomitante do produto com lentes de contato.
Gravidez e lactação.
Se uma dose excessiva for colocada acidentalmente no olho, este deverá ser lavado abundantemente
com água ou soro fisiológico.
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BETAXOLOL (CLORIDRATO)

Ref. BETOPTIC
Soluções Oftálmicas


FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Solução oftálmica - 0,5pcc
INDICAÇÕES
Glaucoma crônico de ângulo aberto. Hipertensão ocular.
POSOLOGIA
Uma gota no saco conjuntival, 2 vezes ao dia.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade ao fármaco. Asma brônquica ou doença obstrutiva pulmonar grave, bradicardia
sinusal, bloqueio AV de 2º e 3º graus. Choque cardiogênico. Insuficiência cardíaca descompensada.
EFEITOS ADVERSOS
Oculares: desconforto, lacrimejamento, sensação de corpo estranho, diminuição da acuidade visual,
eritema, prurido, ceratite, anisocoria e fotofobia. Sistêmicos: bradicardia, bloqueio cardíaco, ICC,
dispnéia, broncoespasmo, asma, insônia, tontura, vertigem, cefaléia, depressão, letargia, urticária,
alopécia, epidermólise tóxica, glossite.
INTERAÇÕES
Betabloqueadores e depletores de catecolaminas, como a reserpina, podem produzir hipotensão e
bradicardia acentuadas.
PRECAUÇÕES
Por tratar-se de um betabloqueador, considerar as precauções e interações dessas drogas.
Insuficiência cardíaca congestiva.
Evitar exposição à luz.
Pode ocorrer redução da resposta terapêutica com o tempo.
[ ... ]

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