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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

DOXAZOSINA (MESILATO)

Ref. CARDURAN
Hiperplasia Prostática Benigna

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido - 2mg e 4mg
INDICAÇÕES
Síndrome de retenção urinária. Sintomas irritativos associados à hiperplasia prostática benigna.
POSOLOGIA
Adulto: 1mg/dia VO, ao deitar. Em função da resposta terapêutica, aumentar até uma dose máxima de
8mg/dia, em intervalos de 1 a 2 semanas.
Idosos: iniciar com 0,5mg/dia VO.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade à doxazosina, outros quinazolínicos e antagonistas alfa-adrenérgicos.
EFEITOS ADVERSOS
Náusea, vômito, diarréia, constipação. Boca seca. Congestão nasal. Conjuntivite. Visão turva. Tontura,
vertigem, cefaléia, parestesias, zumbido, adinamia, mialgias, fadiga, nervosismo, insônia, depressão.
Palpitações, hipotensão ortostática, taquicardia, edema periférico, dispnéia. Poliúria e incontinência
urinária. Diminuição da libido.
INTERAÇÕES
Betabloqueadores, diuréticos, inibidores da ECA, losartan, álcool, anestésicos, antidepressores,
nifedipina, bloqueadores dos canais de cálcio, nitratos e outros anti-hipertensivos podem
potencializar os efeitos hipotensores da doxazosina.
Antiinflamatórios não esteroidais e drogas simpaticomiméticas podem reduzir os seus efeitos antihipertensivos.
PRECAUÇÕES
Usar com cautela em pacientes com insuficiência hepática ou renal.
Pode causar hipotensão arterial importante e síncope com a primeira dose, se aumentar a dose
rapidamente ou se outros anti-hipertensivos forem associados.
[ ... ]

DOPAMINA (CLORIDRATO)

Ref. REVIVAN
Vasoconstritores e Hipertensores

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Solução injetável - 5mg/ml
INDICAÇÕES
Tratamento de choque de múltipla etiologia, especialmente o cardiogênico. Síndrome de baixo débito.
Como droga de segunda linha no tratamento de bradicardias sintomáticas.
POSOLOGIA
Administrar IV diluído em soro glicosado a 5%, solução fisiológica a 0,9%, solução de lactato de
Ringer ou solução de dextrose a 5%.
Neonatos: a dose usual varia de 1 a 20μg/kg/min em infusão contínua.
Crianças: a dose usual varia de 1 a 20μg/kg/minuto em infusão contínua, podendo chegar a um
máximo de 50μg/kg/min.
Adultos: a dose inicial é de 1 a 5μg/kg/min em infusão contínua, podendo chegar até a 50μg/kg/min.
Elevações de doses são efetuadas em função da resposta terapêutica, com aumentos de 1 a
4μg/kg/minuto a intervalos de 10 a 30 minutos.
Doses baixas de 1 a 5μg/kg/min são consideradas “doses renais ou dopaminérgicas”, determinando
aumento do fluxo plasmático renal e mesentérico. Doses de 5 a 10μg/kg/min são consideradas “doses
cardíacas”, determinando aumento do fluxo plasmático renal, freqüência cardíaca, contratilidade e
débito cardíaco. Doses de 10 a 20μg/kg/min são consideradas “doses vasopressoras”, determinando
aumento da pressão arterial.
CONTRA-INDICAÇÕES
Pacientes com feocromocitoma. Hipersensibilidade a sulfitos.
EFEITOS ADVERSOS
Arritmias ventriculares e supraventriculares, taquicardia, bradicardia, palpitações, dor no peito,
dispnéia. Hipertensão ou hipotensão arterial. Cefaléia, náusea e vômito. Vasoconstrição periférica,
estase vascular, intumescência ou formigamento dos pés e mãos, frio e dor nas mãos ou pés.
INTERAÇÕES
Os efeitos da dopamina são prolongados e intensificados por inibidores da MAO, bloqueadores alfa e
beta-adrenérgicos, anestésicos gerais e fenitoína. Digitálicos ou levodopa: uso concomitante pode
aumentar o risco de arritmias cardíacas. Diminui os efeitos antianginosos dos nitratos.
PRECAUÇÕES
Deve ser utilizado com extrema cautela em pacientes anestesiados com ciclopropano, halotano ou
outros anestésicos halogenados. Deve ser usado numa dose de 1/10 da usual, em pacientes em
tratamento com inibidores da MAO.
Segurança em crianças não foi estabelecida. Corrigir a volemia antes da administração.
Cuidado na administração IV, pois o extravasamento pode causar necrose tecidual.
Monitorizar cuidadosamente os parâmetros hemodinâmicos.
[ ... ]

TOBRAMICINA

Ref. TOBREX
Vasoconstritores e Hipertensores

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Solução oftálmica - 0,3pcc
INDICAÇÕES
Infecções bacterianas externas dos olhos e anexos sensíveis à tobramicina.
POSOLOGIA
Casos leves a moderados: instilar 1 a 2 gotas no olho afetado a cada 4h.
Infecções graves: instilar 2 gotas no olho afetado de hora em hora, até obter melhora. A partir desse
momento, reduzir gradativamente a freqüência das instilações antes da sua suspensão.
CONTRA-INDICAÇÕES
Pacientes com hipersensibilidade à tobramicina e aos aminoglicosídeos. Lactação.
EFEITOS ADVERSOS
Toxicidade ocular localizada e hipersensibilidade, inclusive prurido, inflamação das pálpebras e
hiperemia conjuntival.
INTERAÇÕES
Uso simultâneo de outras drogas nefrotóxicas, incluindo outros aminoglicosídeos, vancomicina,
algumas das cefalosporinas, ciclosporinas e cisplatinas. Drogas potencialmente ototóxicas como
ácido etacrínico ou talvez a furosemida podem aumentar o risco de toxicidade dos aminoglicosídeos.
Tem-se sugerido que o uso simultâneo de antieméticos como dimenidrinato pode mascarar os
primeiros sintomas da ototoxicidade vestibular.
Cuidado também é necessário se outras drogas com ação de bloqueio neuromuscular são
administradas concomitantemente. As propriedades de bloqueio neuromuscular dos
aminoglicosídeos podem ser suficientes para provocar sérias depressões respiratórias em pacientes
recebendo anestésicos em geral e opióides.
PRECAUÇÕES
Restringir uso na gravidez a casos em que é indispensável.
Suspender amamentação.
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TIMOLOL (MALEATO)

Ref. TIMOPTOL
Soluções Oftálmicas

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Solução oftálmica - 0,25pcc e 0,5pcc
INDICAÇÕES
Pressão intra-ocular elevada. Glaucoma crônico de ângulo aberto. Tipos específicos de glaucoma
secundário. Pacientes com ângulo estreito e história de fechamento de ângulo estreito espontâneo ou
induzido no olho contralateral.
POSOLOGIA
Uma gota da solução a 0,25pcc em cada olho afetado, 2 vezes ao dia. Se não houver resposta
satisfatória, pode ser aumentado para 2 gotas da solução a 0,25pcc em cada olho afetado, 2 vezes ao
dia, ou 1 gota da solução a 5pcc em cada olho afetado, 2 vezes ao dia.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade aos componentes da fórmula. História de asma brônquica ou doença pulmonar
obstrutiva grave. Bradicardia sinusal, bloqueio AV de 2º ou 3º grau, choque cardiogênico e
insuficiência cardíaca congestiva.
EFEITOS ADVERSOS
Conjuntivite, ceratite, blefarite e diminuição de sensibilidade corneana. Distúrbios visuais. Bradicardia,
arritmias, hipotensão, síncope, bloqueio cardíaco, doença cérebro-vascular, ICC, palpitação, parada
cardíaca, broncoespasmo, insuficiência respiratória, dispnéia, cefaléia, astenia, fadiga. Reações de
hipersensibilidade.
INTERAÇÕES
Bloqueadores dos canais de cálcio, depletores de catecolaminas e outros bloqueadores betaadrenérgicos
podem aumentar a predisposição à hipotensão e bradicardia.
PRECAUÇÕES
Usar com cautela em pacientes com contra-indicações de uso sistêmico de betabloqueadores, em
especial asmáticos ou com doenças cardíacas graves.
Insuficiência cardíaca deve ser controlada antes do início da terapia com timolol. Esperar 15 minutos
após aplicação para colocar lentes de contato.
Gravidez e lactação: ainda não foi estabelecida a segurança.
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CROMOGLICATO DISSÓDICO

Ref. CROMOLERG
Soluções Oftálmicas

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Solução oftálmica - 4pcc
INDICAÇÕES
Afecções alérgicas conjuntivais.
POSOLOGIA
Uma gota, 4 vezes ao dia, no saco conjuntival.
CONTRA-INDICAÇÕES
Pacientes com hipersensibilidade anterior demonstrada a qualquer dos ingredientes da formulação.
EFEITOS ADVERSOS
Dor aguda e ardor transitório à instilação, irritação ocular, reações alérgicas, infecções oculares
superficiais.
INTERAÇÕES
Não utilizar concomitantemente com outras soluções oftálmicas.
PRECAUÇÕES
Evitar uso nos três primeiros meses da gravidez.
Cuidados na administração para manter a esterilidade do produto.
É desaconselhável uso de lentes de contato durante a utilização do produto.
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CETOROLACO DE TROMETAMINA

Ref. ACULAR
Soluções Oftálmicas

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Solução oftálmica - 0,5pcc
INDICAÇÕES
Indicado para alívio do prurido ocular devido à conjuntivite alérgica e redução da dor e fotofobia em cirurgias refrativas.
POSOLOGIA
Uma gota no saco conjuntival 4 vezes ao dia, até 7 dias. Após cirurgias, usar por 3 dias.
CONTRA-INDICAÇÕES
Pacientes com hipersensibilidade anterior demonstrada a qualquer dos ingredientes da formulação.
EFEITOS ADVERSOS
Dor aguda e ardor transitório à instilação, irritação ocular, reações alérgicas, infecções oculares
superficiais e ceratite superficial.
INTERAÇÕES
Sensibilidade cruzada com ácido acetilsalicílico, derivados do ácido fenilacético e outros agentes
antiinflamatórios não esteroidais.
Com alguns antiinflamatórios não esteroidais, há aumento do potencial de sangramento dos tecidos
oculares.
PRECAUÇÕES
Pacientes com tendência hemorrágica ou que estejam recebendo outras medicações que podem
prolongar o tempo de sangramento.
Não fazer uso concomitante do produto com lentes de contato.
Gravidez e lactação.
Se uma dose excessiva for colocada acidentalmente no olho, este deverá ser lavado abundantemente
com água ou soro fisiológico.
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BETAXOLOL (CLORIDRATO)

Ref. BETOPTIC
Soluções Oftálmicas


FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Solução oftálmica - 0,5pcc
INDICAÇÕES
Glaucoma crônico de ângulo aberto. Hipertensão ocular.
POSOLOGIA
Uma gota no saco conjuntival, 2 vezes ao dia.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade ao fármaco. Asma brônquica ou doença obstrutiva pulmonar grave, bradicardia
sinusal, bloqueio AV de 2º e 3º graus. Choque cardiogênico. Insuficiência cardíaca descompensada.
EFEITOS ADVERSOS
Oculares: desconforto, lacrimejamento, sensação de corpo estranho, diminuição da acuidade visual,
eritema, prurido, ceratite, anisocoria e fotofobia. Sistêmicos: bradicardia, bloqueio cardíaco, ICC,
dispnéia, broncoespasmo, asma, insônia, tontura, vertigem, cefaléia, depressão, letargia, urticária,
alopécia, epidermólise tóxica, glossite.
INTERAÇÕES
Betabloqueadores e depletores de catecolaminas, como a reserpina, podem produzir hipotensão e
bradicardia acentuadas.
PRECAUÇÕES
Por tratar-se de um betabloqueador, considerar as precauções e interações dessas drogas.
Insuficiência cardíaca congestiva.
Evitar exposição à luz.
Pode ocorrer redução da resposta terapêutica com o tempo.
[ ... ]

CLORETO DE POTÁSSIO

Ref. KLOREN
Soluções Oftálmicas

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Solução oral - 60mg/ml
INDICAÇÕES
Utilizado no tratamento da hipopotassemia e na reposição do potássio.
POSOLOGIA
Adultos, idosos e adolescentes: 15 a 30ml (36mEq a 7mEq de potássio) VO, até 3 vezes ao dia.
Lactentes: 2,5ml VO, até 4 vezes ao dia.
6 meses a 2 anos: 5ml VO, até 4 vezes ao dia.
Crianças: 2 a 6 anos: 7,5ml VO, até 4 vezes ao dia.
CONTRA-INDICAÇÕES
Insuficiência renal com oligúria, anúria ou azotemia. Doença de Addison não tratada. Adinansia
episódica hereditária. Desidratação aguda.
EFEITOS ADVERSOS
Náusea, vômito, flatulência, dor ou desconforto abdominal, diarréia, epigastralgia. Pode ocorrer rash
cutâneo e exantema. Em caso de intoxicação, paralisia e flacidez muscular, confusão mental, redução
da pressão sangüínea, choque, arritmias e bloqueio cardíaco completo.
INTERAÇÕES
Pode intensificar os efeitos antiarrítmicos da quinidina.
Os adrenocorticóides podem diminuir seus efeitos.
Fármacos com atividade anticolinérgica podem aumentar a gravidade das lesões gastrointestinais
produzidas pelo cloreto de potássio.
Antiinflamatórios não esteroidais podem aumentar o risco de efeitos colaterais gastrointestinais e
causar hiperpotassemia.
Sais de cálcio, por via parenteral, podem precipitar arritmias cardíacas.
A ciclosporina pode causar hiperpotassemia devido ao hipoalaldosteronismo.
A heparina aumenta o risco de hemorragia gastrointestinal.
Resinas de troca iônica podem causar retenção de fluído devido ao aumento de ingestão de sódio.
Substitutos de sal ou inibidores da ECA podem causar hiperpotassemia.
Transfusões sangüíneas, diuréticos poupadores de potássio, leite com baixo teor salino e outros
fármacos contendo potássio promovem possível hiperpotassemia, sobretudo em pacientes com
insuficiência renal.
PRECAUÇÕES
Não se recomenda seu uso em pacientes digitalizados com bloqueio cardíaco grave ou completo.
O medicamento pode ser diluído com um pouco de água ou suco, administrado durante as refeições
ou logo após as mesmas.
Deve ser administrado após as refeições, pois a presença de alimento no estômago não altera a
absorção do mesmo e evita a irritação gástrica.
[ ... ]

BACLOFENO

Ref. LIORESAL
Repositores Eletrolíticos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido - 10mg
INDICAÇÕES
Espasticidade (rigidez) muscular em esclerose múltipla. Mielopatia.
POSOLOGIA
Adulto: dose inicial 5mg VO, 3 vezes ao dia. A cada 3 dias, pode-se aumentar a dose em 5mg, até atingir a dose necessária. Dose ideal: 30mg a 75mg/dia. Dose máxima: 80mg/dia.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade ao fármaco.
Três primeiros meses da gravidez.
Úlcera péptica.
EFEITOS ADVERSOS
Sonolência, tontura, alucinação, confusão mental, cefaléia, parestesias, ataxia, fadiga muscular e
hipotonia. Distúrbio da acomodação visual. Hiperglicemia. Boca seca, alteração do paladar, náusea,
dor abdominal, constipação e diarréia. Depressão respiratória. Hipotensão. Enurese, retenção urinária,
impotência e dificuldade para ejacular.
INTERAÇÕES
Álcool, anestésicos gerais, antidepressores do SNC, inibidores da MAO, opiáceos, benzodiazepínicos,
anticonvulsivantes, clindamicina, guanabenz e sulfato de magnésio podem aumentar os efeitos/ toxicidade.
Aumenta o efeito dos diuréticos, inibidores da ECA e antagonistas da Angiotensina II.
Antiinflamatórios não esteroidais reduzem sua excreção.
PRECAUÇÕES
Amamentação. Diabetes. Epilepsia. Estados confusionais. Gravidez. Idosos. Insuficiência respiratória,
hepática e renal. Psicose. Acidente vascular cerebral.
Não ingerir bebida alcoólica.
Ajustar as doses de antidiabéticos orais ou de insulina, se necessário.
[ ... ]

ZOPICLONA

Ref. IMOVANE
Relaxantes Musculares

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimidos - 7,5mg
INDICAÇÕES
Insônia (uso limitado para curtos períodos).
POSOLOGIA
Individualizada. Pode ser iniciada com 3,75mg VO, ao deitar. Dose máxima de 15mg/dia.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade ao fármaco. Insuficiência respiratória severa. Gravidez. Lactação. Crianças abaixo de 15 anos.
EFEITOS ADVERSOS
Sensação de boca amarga ou seca. Náusea e vômito. Hipotonia muscular. Sonolência matinal.
Sensação de embriaguez. Cefaléia. Astenia. Reações paradoxais: agressividade, irritabilidade,
excitação e depressão. Incoordenação, alucinações, pesadelos, amnésia, cefaléia e dependência.
Reações de hipersensibilidade (erupção cutânea, urticária, eritema, angioedema e reações
anafilactóides).
INTERAÇÕES
Álcool, analgésicos opióides e anestésicos aumentam o efeito sedativo.
Eritomicina inibe o metabolismo, ocasionando profunda sedação.
PRECAUÇÕES
Evitar o uso nos casos de insuficiência hepática e renal, idosos, história de abuso de drogas, doenças
psiquiátricas.
Evitar dirigir ou usar máquinas que necessitem de atenção.
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TERAZOSINA (CLORIDRATO)

Ref. HYTRIN
Hiperplasia Prostática Benigna

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido - 2mg
INDICAÇÕES
Síndrome de retenção urinária. Sintomas irritativos associados à hiperplasia prostática benigna.
POSOLOGIA
Adulto: 1mg/dia VO, ao deitar. Em função da resposta terapêutica aumentar, em intervalos de 1 a 2 semanas, até uma dose máxima de 20mg/dia.
Idosos: iniciar com 0,5mg/dia VO.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade à terazosina ou outros antagonistas alfa-adrenérgicos.
EFEITOS ADVERSOS
Náusea, vômito, diarréia, constipação. Boca seca. Congestão nasal. Conjuntivite. Visão turva. Tontura,
vertigem, cefaléia, parestesias, zumbido, adinamia, mialgias, fadiga, nervosismo, insônia, depressão.
Palpitações, hipotensão ortostática, taquicardia, edema periférico, dispnéia. Poliúria e incontinência
urinária. Diminuição da libido.
INTERAÇÕES
Betabloqueadores, diuréticos, inibidores da ECA, losartan, álcool, anestésicos, antidepressores,
nifedipina, bloqueadores dos canais de cálcio, nitratos e outros anti-hipertensivos podem
potencializar os efeitos hipotensores da terazosina.
Antiinflamatórios não esteroidais e drogas simpaticomiméticas podem reduzir os seus efeitos antihipertensivos.
Diminui os efeitos da clonidina.
PRECAUÇÕES
Usar com cautela em pacientes com insuficiência renal.
Pode causar hipotensão arterial importante e síncope com a primeira dose. Esses efeitos ocorrem
freqüentemente em pacientes usando betabloqueadores, diuréticos, dietas hipossódicas e doses
iniciais acima de 1mg.
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FINASTERIDA

Ref. PROSCAR
Hiperplasia Prostática Benigna

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido revestido - 5mg
INDICAÇÕES
Hiperplasia prostática benigna. Síndrome de retenção urinária.
POSOLOGIA
Adulto: 5mg/dia VO, ao deitar. Embora possa ser observada melhora precoce, uma tentativa
terapêutica de pelo menos 6 meses pode ser necessária para estabelecer se uma resposta benéfica
foi ou não atingida.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade ao fármaco. Menores de 18 anos. Diabetes mellitus com alterações vasculares.
Anemia falciforme. Depressão severa.
EFEITOS ADVERSOS
Impotência sexual, diminuição da libido, diminuição do volume da ejaculação. Dor e aumento da
mama. Reações de hipersensibilidade.
INTERAÇÕES
Não foram encontradas interações medicamentosas significativas com o uso de finasterida. Embora
extensivamente metabolizada pelo fígado, não existem evidências de interações com outras drogas
metabolizadas pelo sistema do citocromo P450.
PRECAUÇÕES
Usar com cautela em pacientes com insuficiência hepática.
Alimentos podem diminuir a biodisponibilidade.
Mulheres com potencial de engravidar devem evitar o manuseio da medicação.
[ ... ]

DOXAZOSINA (MESILATO)

Ref. CARDURAN
Hiperplasia Prostática Benigna

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido - 2mg e 4mg
INDICAÇÕES
Síndrome de retenção urinária. Sintomas irritativos associados à hiperplasia prostática benigna.
POSOLOGIA
Adulto: 1mg/dia VO, ao deitar. Em função da resposta terapêutica, aumentar até uma dose máxima de 8mg/dia, em intervalos de 1 a 2 semanas.
Idosos: iniciar com 0,5mg/dia VO.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade à doxazosina, outros quinazolínicos e antagonistas alfa-adrenérgicos.
EFEITOS ADVERSOS
Náusea, vômito, diarréia, constipação. Boca seca. Congestão nasal. Conjuntivite. Visão turva. Tontura, vertigem, cefaléia, parestesias, zumbido, adinamia, mialgias, fadiga, nervosismo, insônia, depressão.
Palpitações, hipotensão ortostática, taquicardia, edema periférico, dispnéia. Poliúria e incontinência
urinária. Diminuição da libido.
INTERAÇÕES
Betabloqueadores, diuréticos, inibidores da ECA, losartan, álcool, anestésicos, antidepressores,
nifedipina, bloqueadores dos canais de cálcio, nitratos e outros anti-hipertensivos podem
potencializar os efeitos hipotensores da doxazosina.
Antiinflamatórios não esteroidais e drogas simpaticomiméticas podem reduzir os seus efeitos antihipertensivos.
PRECAUÇÕES
Usar com cautela em pacientes com insuficiência hepática ou renal.
Pode causar hipotensão arterial importante e síncope com a primeira dose, se aumentar a dose
rapidamente ou se outros anti-hipertensivos forem associados.
[ ... ]

HIDROCORTISONA (SUCCINATO SÓDICO)

Ref. SOLU-CORTEF
Glicocorticóides

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Pó liofilizado para solução injetável - 100mg e 500mg
INDICAÇÕES
Insuficiência adrenal. Anafilaxias. Doenças reumatológicas como: LES, artrite reumatóide, bursite
aguda e subaguda e artrites psoriáticas e gotosas. Doenças dermatológicas como pênfigo, psoríase
severa e dermatite esfoliativa. Reações alérgicas. Doenças oftalmológicas como herpes zoster, neurite óptica, conjuntivite alérgica e inflamação de câmara anterior. Retocolite ulcerativa. Linfomas,leucemias em adultos e leucemia aguda em crianças. Exacerbações agudas de esclerose múltipla.
Doenças respiratórias como sarcoidose sintomática, tuberculose fulminante ou disseminada (em
associação com quimioterapia antituberculosa).
POSOLOGIA
Adultos: 1mg a 2mg/kg/dia IV, ou 1g/dia IV, por 3 dias, para doenças graves.
Crianças: 0,03mg a 0,2mg/kg/dia IV.
A dose e a duração da terapia deverão ser ajustadas à resposta clínica do paciente.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade ao fármaco. Infecção fúngica sistêmica.
EFEITOS ADVERSOS
Inibição da secreção de ACTH pela hipófise. Aumento da excreção renal de potássio e retenção de
sódio. Predisposição à osteoporose. Hiperglicemia. Úlcera péptica e hemorragia digestiva. Pancreatite
aguda. Tuberculose recorrente. Infecção oportunista. Insônia e quadros psicóticos. Glaucoma. Catarata.
Imunodepressão. Síndrome de Cushing.
INTERAÇÕES
Barbitúricos, efedrina e rifampicina aumentam o metabolismo da hidrocortisona.
Diuréticos depletores de potássio aumentam risco de hipocalemia.
Aumenta o risco de arritmias induzidas por glicosídeos cardíacos.
PRECAUÇÕES
Infarto agudo do miocárdio recente. Úlcera péptica. Doença renal. Hipertensão arterial. Insuficiência
cardíaca congestiva. Tromboflebites. Osteoporose. Hipotireoidismo. Diabetes. Cirrose hepática.
Convulsões. Miastenia gravis. Tuberculose. Transtornos mentais.
[ ... ]

DEXAMETASONA

Ref. DECADRON
Glicocorticóides


FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Elixir - 0,1mg/ml
Solução injetável - 2mg/ml e 4mg/ml (fosfato dissódico de dexametasona)
INDICAÇÕES
Insuficiência adrenocortical. Hiperplasia adrenal congênita. Tireoidite não-supurativa. Hipercalcemia
associada às neoplasias. Manejo paliativo das leucemias e linfomas. Doenças reumatológicas, tais
como LES, artrite reumatóide, psoriática ou gotosa, espondilite anquilosante e osteoartrite. Doenças
dermatológicas como pênfigo, dermatite esfoliativa e dermatite seborréica. Estados alérgicos.
Doenças oftalmológicas como iridociclites, neurite óptica, ceratite e inflamações de câmara anterior.
Doenças respiratórias como sarcoidose e pneumonite aspirativa. Patologias hematológicas como
púrpura trombocitopênica e anemia hemolítica.
POSOLOGIA
Individualizada para a patologia envolvida.
Antiinflamatório em adultos: 0,75mg a 9mg/dia VO, de 6/6h ou 12/12h.
Reposição fisiológica em adultos: 0,03mg a 0,15mg/kg/dia VO.
Antiinflamatório em crianças: 0,08mg a 0,3mg/kg/dia VO.
Reposição fisiológica em crianças: 0,03mg a 0,15mg/kg/dia VO.
A dose de dexametasona administrada IV ou IM é individualizada para cada patologia envolvida.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade ao fármaco. Micoses sistêmicas, a menos que se considere necessária para
controle das reações causadas pela anfotericina B. Uso concomitante com vacinas de vírus vivos.
Tuberculose. Doença de Cushing. Amebíase, estrongiloidíase e diverticulites. Herpes simples.
EFEITOS ADVERSOS
Retenção de sódio e água, hipocalcemia e alcalose hipoclorêmica. Hipertensão arterial. Diminuição da
massa muscular, osteoporose e fraturas espontâneas. Pancreatite, distensão abdominal, esofagite
ulcerativa, aumento do apetite, ganho de peso, náusea, úlcera péptica e hemorragia digestiva alta.
Tromboembolismo e tromboflebite. Síncope e taquiarritmias. Retardo de cicatrização, eritemas,
petéquias, equimoses, sudorese aumentada, hirsurtismo, hiperpigmentação e outras erupções
cutâneas como urticária. Edema angioneurótico. Convulsões, catatonia, aumento de pressão
intracraniana, vertigens, cefaléia, insônia, psicoses e agravamento de psicopatias prévias.
Irregularidades menstruais, supressão do crescimento de crianças e intolerância à glicose. Catarata,
aumento da pressão intra-ocular, glaucoma e exoftalmia. Diminuição ou aumento no número de
espermatozóides. Insuficiência adrenal aguda. Síndrome de Cushing.
INTERAÇÕES
Pode aumentar a necessidade de insulina ou hipoglicemiantes orais.
Antiácidos diminuem sua absorção. Fenitoína, fenobarbital e rifampicina podem aumentar o
metabolismo.
Pode alterar a resposta aos anticoagulantes cumarínicos.
Diuréticos e anfotericina B aumentam risco de hipocalemia.
Pode inibir a resposta à somatotropina e reduzir os efeitos de salicilatos, vacinas e toxóides.
Pode aumentar a possibilidade de arritmias ou toxicidade ao digital associada à hipocalemia.
Os efeitos combinados com drogas antiinflamatórias não esteróides ou álcool podem resultar em
aumento da ocorrência ou gravidade de ulceração gastrointestinal.
PRECAUÇÕES
Usar com cautela em pacientes acima de 60 anos, com infarto agudo do miocárdio, úlcera péptica,
insuficiência renal, osteoporose, convulsões, hipertensão, cirrose, infecções crônicas, insuficiência
cardíaca congestiva, tromboembolismo, colite ulcerativa, abscessos, diverticulite, distúrbios
convulsivos e miastenia gravis.
A pressão arterial, peso, exames laboratoriais rotineiros, incluindo glicemia e potássio, devem ser
avaliados em períodos regulares.
Controlar fatores de risco para doença coronariana.
Dieta rica em proteína é recomendável em tratamento prolongado.
Recomenda-se uso de antiácidos nos intervalos das refeições, em tratamentos prolongados.
O uso prolongado de grandes doses deve ser acompanhado de testes da função do eixo hipotálamohipofisário-
adrenal.
A retirada brusca da medicação, após uso prolongado, pode causar insuficiência corticoadrenal
secundária, cujo risco é minimizado pela redução gradual da dosagem.
[ ... ]

CLOBETASOL (PROPIONATO)

Ref. PSOREX
Glicocorticóides

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Creme dermatológico - 0,5mg/g
Pomada dermatológica - 0,5mg/g
Solução capilar - 0,5mg/ml
INDICAÇÕES
Dermatoses como psoríase (excluindo a forma em placas disseminadas), eczemas, líquen plano e
lúpus eritematoso discóide.
POSOLOGIA
Aplicar pequena quantidade na área afetada, 1 a 2 vezes ao dia, até que ocorra a melhora (não usar
por um período superior a 4 semanas).
CONTRA-INDICAÇÕES
Rosácea, acne, dermatite perioral, lesões cutâneas por vírus ou fungos. Hipersensibilidade à droga.
Crianças menores de 12 anos.
EFEITOS ADVERSOS
Alterações locais como: ressecamento da pele, hipertricose, erupções acneiformes, hipopigmentação,
dermatite perioral, dermatite de contato alérgica, infecção secundária, irritação, estrias e miliária.
Síndrome de Cushing. Supressão do eixo hipotálamo-pituitária-adrenal com insuficiência
glicocorticóide após retirada.
PRECAUÇÕES
A utilização em face, regiões axilar e inguinal deve ser cuidadosa.
Não deve ser usado por períodos prolongados ou em grandes áreas durante a gravidez.
Tratamento da psoríase requer acompanhamento cuidadoso.
[ ... ]

BETAMETASONA (VALERATO)

Ref. BETNOVATE
Glicocorticóides

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Creme dermatológico - 1mg/g
Pomada dermatológica - 1mg/g
Loção dermatológica - 1mg/g
Solução capilar - 1mg/g
INDICAÇÕES
Alívio dos sintomas e sinais de anafilaxia tópica como prurido, ardor e eritema. Eczema. Dermatite
seborréica. Dermatite de contato. Neurodermite. Lúpus eritematoso discóide. Psoríase (exceto a
psoríase em placas disseminadas). Prurido anal e vulvar. Queimadura solar.
POSOLOGIA
Aplicar pequena quantidade sobre a área afetada, 2 a 3 vezes ao dia, friccionando suavemente. Com
a melhora da sintomatologia, as aplicações poderão ser reduzidas para 1 vez ao dia ou em dias
alternados.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula. Acne rosácea e vulgar, dermatite perioral.
Tuberculose e sífilis cutânea. Doenças agudas da pele produzidas por vírus, como Herpes simplex,
varicela (catapora) e vacínia, bactérias ou fungos. Afecções agudas ou subagudas exsudativas.
EFEITOS ADVERSOS
Alterações locais, como agravamento da lesão com aparecimento ou aumento de prurido, eritema e
edema. Hipopigmentação, pápulas acneiformes, miliária, hipertricose, atrofia epidérmica, estrias,
ressecamento ou maceração cutâneos. Infecções secundárias.
PRECAUÇÕES
Não deve ser usado em grandes quantidades e durante tempo prolongado na gravidez. Não deve ser
aplicado nos seios antes da amamentação.
Usar com cautela
[ ... ]

CARBOCISTEÍNA

Ref. MUCOLITIC
Expectorantes

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Xarope - 20mg/ml e 50mg/ml
Solução oral - 50mg/ml
INDICAÇÕES
Mucolítico e fluidificante das secreções, nas afecções agudas ou crônicas do trato respiratório onde
a secreção viscosa e/ou abundante de muco seja fator agravante.
POSOLOGIA
Adultos: 250mg a 750mg VO, 3 vezes ao dia.
Crianças entre 6 e 12 anos de idade: 250mg VO, 3 vezes ao dia.
Crianças entre 2 e 5 anos de idade: 62,5mg a 125mg VO, 3 vezes ao dia.
CONTRA-INDICAÇÕES
Pacientes alérgicos à carbocisteína ou a outros componentes da formulação.
Úlcera péptica ativa.
EFEITOS ADVERSOS
Náusea, diarréia, desconforto gástrico, sangramento gastrointestinal. Erupções cutâneas. Tonturas,
insônia, cefaléia. Palpitações. Hipoglicemia leve.
INTERAÇÕES
Durante o tratamento com carbocisteína não se deve fazer uso de medicamentos que inibam a tosse,
bem como de medicamentos à base de atropina e derivados.
PRECAUÇÕES
Usar com cautela em pacientes com história de úlcera gástrica ou duodenal, asma brônquica,
insuficiência respiratória.
O xarope contém açúcar, devendo ser utilizado com cuidado em diabéticos.
Gravidez. Lactação. Menores de 2 anos.
[ ... ]

BROMEXINA (CLORIDRATO)

Ref. BISOLVON
Expectorantes

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Xarope - 0,8mg/ml e 1,6mg/ml
INDICAÇÕES
Na terapêutica secretolítica e expectorante de afecções broncopulmonares agudas e crônicas.
POSOLOGIA
Adulto e criança maior de 12 anos: 4mg VO, 3 vezes ao dia.
Crianças de 6 a 12 anos: 2mg VO, 3 vezes ao dia.
Crianças de 2 a 6 anos: 1mg VO, 3 vezes ao dia.
Crianças menores de 2 anos: 0,5mg VO, 3 vezes ao dia.
CONTRA-INDICAÇÕES
Pacientes com hipersensibilidade à bromexina ou qualquer dos componentes da formulação.
EFEITOS ADVERSOS
Pirose, desconforto epigástrico, diarréia. Erupções cutâneas, broncoespasmo, angioedema.
INTERAÇÕES
Aumenta a concentração da amoxicilina, cefuroxima, eritromicina e doxiciclina no tecido pulmonar.
PRECAUÇÕES
Pacientes com história de úlcera péptica ativa.
Ingerir muito líquido durante o tratamento.
Gravidez e lactação.
[ ... ]

AMBROXOL (CLORIDRATO)

Ref. MUCOSOLVAN
Expectorantes

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Xarope - 3mg/ml e 6mg/ml
Solução oral - 7,5mg/ml
INDICAÇÕES
Broncopneumonias. Bronquites e outras patologias broncopulmonares nas quais está indicada a
eliminação das secreções.
POSOLOGIA
Adulto: 30mg VO, 3 vezes ao dia.
Crianças até 2 anos: 7,5mg VO, 2 vezes ao dia.
Crianças de 2 a 5 anos: 7,5mg VO, 3 vezes ao dia.
Crianças acima de 5 anos: 15mg VO, 3 vezes ao dia.
CONTRA-INDICAÇÕES
Gravidez (1º e último trimestre). Hipersensibilidade ao ambroxol e outros componentes da fórmula.
Pacientes com alterações hepáticas e/ou renais.
EFEITOS ADVERSOS
Pirose, dispepsia, diarréia, náusea, vômito. Erupções cutâneas.
INTERAÇÕES
Aumenta a concentração pulmonar da amoxicilina, cefuroxima, eritromicina e doxiciclina.
PRECAUÇÕES
A solução oral contém cloreto de benzalcônio que, quando inalado acidentalmente, pode causar
broncoespasmo.
[ ... ]

FUROSEMIDA

Ref. LASIX
Diuréticos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Solução injetável - 10mg/ml
Comprimido - 40mg
INDICAÇÕES
Tratamento de hipertensão arterial leve e moderada, edema, devido a distúrbios cardíacos, hepáticos, renais e queimaduras. Insuficiência cardíaca congestiva, insuficiência renal aguda, edema agudo de pulmão.
POSOLOGIA
Adulto: 40mg a 80mg/dia VO. Tratamento inicial com 20mg a 80mg/dia. Dose de manutenção: 20mg a 40mg/dia.
Criança: 1mg a 3mg/kg/dia. Doses elevadas (acima de 400mg) podem ser utilizadas em casos de
oligúria ou anúria.
CONTRA-INDICAÇÕES
Gravidez. Amamentação. Pacientes com insuficiência renal, pré-coma, coma hepático associado com encefalopatia hepática, hipovolemia, desidratação, hipersensibilidade à furosemida ou sulfonamidas e demais componentes da fórmula.
EFEITOS ADVERSOS
Aumento de excreção de potássio, cálcio, magnésio, sódio, cloro, água e outros eletrólitos.
Desidratação e hipovolemia em idosos. Sintomas e/ou sinais de distúrbios eletrolíticos e alcalose
metabólica podem se manifestar (polidipsia, cefaléia, confusão, dores musculares, tetania, fraqueza
muscular, distúrbio do ritmo cardíaco, desconforto, distensão e dor abdominal).
INTERAÇÕES
Pode elevar os níveis séricos de glicose, colesterol e triglicerídeos.
Potencializa os efeitos ototóxicos dos aminoglicosídeos e os efeitos nefrotóxicos das cefalosporinas
e aminoglicosídeos.
Antiinflamatórios não esteroidais (indometacina, ácido acetilsalicílico) podem atenuar a ação da
furosemida e sua administração concomitante. Pode causar insuficiência renal aguda no caso de
hipovolemia ou desidratação preexistente.
Aumenta a toxicidade do salicilato e do lítio.
Tem seus efeitos diminuídos pela indometacina, fenitoína e sucralfato.
Antagoniza o efeito relaxante muscular da tubocurarina.
PRECAUÇÕES
Verificar necessidade de ajuste de dose de drogas antidiabéticas.
Ao administrar curarizantes em pacientes em uso com furosemida podem ocorrer sintomas
relacionados à hiponatremia
[ ... ]

ACICLOVIR

Ref. ZOVIRAX
Antivirais

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Pó para solução injetável - 250mg
Comprimido - 200mg e 400mg
Creme dermatológico - 50mg/g
INDICAÇÕES
Episódio inicial de herpes simples (HSV). Profilaxia das recorrências de herpes simplex, herpes zostere citomegalovírus. Encefalite por Herpes simplex. Herpes genital. Herpes zoster. Infecção por Varicela zoster em pessoas sadias (não grávidas) acima de 13 anos e imunodeprimidos.
POSOLOGIA
HSV em adultos e em crianças imunodeprimidas com mais de 2 anos: 200mg VO, 5 vezes ao dia
(intervalos de 4 horas) durante 10 dias, se episódio inicial, e durante 5 dias, se recorrência. Em
crianças menores de 2 anos, fazer metade da dose. Ou aplicação tópica 5 vezes ao dia (intervalos de 4 horas), durante 5 a 10 dias.
HSV inicial severa em crianças e adultos acima de 12 anos: 5mg/kg IV, de 8/8h, por 5 a 10 dias; ou
400mg VO, 5 vezes ao dia (intervalos de 4 horas), durante 5 a 10 dias.
HSV em crianças entre 3 meses e 12 anos: 250mg/m2 IV, de 8/8h, por 5 a 10 dias. Em
imunodeprimidas ou com meningoencefalite, a dose deve ser duplicada.
Encefalite por HSV: 10mg/kg IV, de 8/8h, por 10 dias.
Profilaxia de HSV em adultos e em crianças imunodeprimidas com mais de 2 anos: 200mg VO, 5
vezes ao dia. Em crianças menores de 2 anos, fazer metade da dose. A duração do tratamento vai
depender do período de risco. Em adultos imunodeprimidos, 400mg VO, 4 vezes ao dia.
Supressão da recorrência de HSV em adultos: 200mg VO, 2 a 4 vezes ao dia, ou 400mg VO, 2 vezes ao dia, durante 6 a 12 meses.
Varicela zoster: começar tratamento dentro de 24h do aparecimento do rash cutâneo.
Adultos: 600mg a 800mg VO, 5 vezes ao dia (intervalos de 4 horas), por 7 a 10 dias, ou 1.000mg VO, de 6/6 horas, por 5 dias.
Crianças: 10mg a 20mg/kg (dose máxima 800mg), 4 vezes ao dia, durante 5 dias.
Injetável
Crianças e adultos: 10mg/kg IV, 8/8h, por 7 dias.
Herpes zoster: adultos: 800mg VO, 5 vezes ao dia (intervalos de 4 horas), ou 10mg/kg (idosos:
7,5mg/kg) IV, de 8/8h, durante 7 a 10 dias. Em pacientes imunodeprimidos, tratar até que todas as
lesões estejam completamente secas.
Crianças: 250 a 600mg/m2 VO, 4 a 5 vezes ao dia, durante 7 a 10 dias, ou 10mg/kg IV, de 8/8h,
durante 7 a 10 dias. Em imunodeprimidas, tratar até que todas as lesões estejam completamente
secas.
Profilaxia de herpes zoster e varicela zoster em adultos imunodeprimidos: 400mg VO, 5 vezes ao dia (intervalos de 4 horas), durante 7 a 10 dias.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade ao fármaco.
EFEITOS ADVERSOS
Dor e irritação no local da injeção. Queimação, ressecamento, eritema, prurido ou ardor local
(formulações tópicas).
Efeitos sistêmicos: erupções cutâneas, anorexia, vômito, diarréia e dor abdominal. Letargia,
convulsões, tonturas, confusão mental, agitação, coma, cefaléia, tremor, alucinações, insônia e
depressão. Anemia, leucopenia, trombocitopenia e elevação de transaminases.
INTERAÇÕES
Zidovudina e probenecida aumentam o risco de letargia e efeitos sobre o SNC.
PRECAUÇÕES
Ajustar dose de acordo com a função renal. Desidratação.
Requer uso de luvas (via tópica) para evitar disseminação da infecção.
Creme: evitar contato com os olhos.
[ ... ]

RANITIDINA (CLORIDRATO)

Ref. ANTAK
Antiulcerosos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido revestido - 15Omg e 300mg
Solução injetável - 25mg/ml
INDICAÇÕES
Gastrite. Esofagite de refluxo. Úlcera péptica. Hemorragia intestinal.
POSOLOGIA
Adultos:
Tratamento de curta duração de úlcera: 150mg VO, 2 vezes ao dia, ou 300mg VO, ao deitar.
Profilaxia da úlcera duodenal recorrente: 150mg VO, ao deitar.
Hemorragia digestiva: 50mg IV em bolus, continuando com infusão venosa na dose de 6,25mg/hora.
Condições de hipersecreção gástrica:
Oral: 150mg VO, 2 vezes ao dia (máximo 600mg/dia).
IM ou IV: 50mg/dose a cada 6 a 8 horas, até uma dose máxima de 400mg/dia.
Infusão venosa: até 2,5 mg/kg/hora (máximo de 220mg/hora).
Crianças de 1 a 16 anos:
Oral: 1,25 a 2,5mg/kg/dose, a cada 12 horas (dose máxima diária de 300mg/dia).
IM ou IV: 0,75 a 1,5mg/kg/dose, a cada 6 a 8 horas (dose máxima diária de 400mg/dia).
Infusão venosa: 0,1mg a 0,25mg/kg/hora (preferido para úlceras de stress).
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade à ranitidina.
EFEITOS ADVERSOS
Vertigem, sedação, astenia, cefaléia, confusão mental e sonolência. Rash. Constipação intestinal,
diarréia, hepatite, náusea e vômito. Agranulocitose, neutropenia, trombocitopenia. Artralgia.
Bradicardia e taquicardia. Broncoespasmo, febre. Ginecomastia.
INTERAÇÕES
Antiácidos podem diminuir a absorção da ranitidina.
Redução da absorção do cetoconazol, itraconazol e diazepam.
Pode diminuir os níveis séricos de procainamida e sulfato ferroso. Diminuição dos efeitos de
relaxantes musculares não despolarizantes, oxaprozina e cianocobalamina.
A ranitidina diminui a toxicidade da atropina.
Aumenta a toxicidade da ciclosporina, gentamicina, glipizida, gliburida, midazolan, metoprolol,
pentoxifilina, quinidina e fenitoína.
PRECAUÇÕES
Usar com cautela em crianças menores de 12 anos e em pacientes com lesões hepáticas ou renais.
A modificação da dose é necessária em pacientes com problemas renais.
A terapia crônica pode causar deficiência de vitamina B12.
[ ... ]

OMEPRAZOL

Ref. PEPRASOL e LOSEC
Antiulcerosos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Cápsula - 10mg, 20mg e 40mg (Peprazol)
Omeprazol sódico - pó para solução injetável - 40mg (Losec)
INDICAÇÕES
Úlcera duodenal, úlcera gástrica, úlceras resistentes. Esofagite de refluxo. Síndrome de Zollinger-
Ellison. Erradicação do Helicobacter pylori em combinação com antibióticos. Lesões gástricas
provocadas por drogas antiinflamatórias não esteroidais.
POSOLOGIA
Refluxo gastroesofágico, esofagite erosiva, úlcera duodenal ativa: 20mg VO, 1 vez ao dia, por 4 a 8
semanas.
Úlcera gástrica: 40mg/dia VO, durante 4 a 8 semanas.
Condições de hipersecreção patológica: iniciar com 60mg VO, 1 vez ao dia. Doses acima de
120mg/dia são divididas em 3 vezes ao dia. Em pacientes sem condições de deglutir, utiliza-se a via
IV, 40mg/dia, na velocidade de 2,5 a 4ml/min; ou infusão contínua em período não inferior a 20 - 30 minutos, podendo ser prolongada por até 12h, quando dissolvida em soro fisiológico, ou até 6h,
quando dissolvida em glicose.
Helicobacter pylori: 20mg VO, 2 vezes ao dia em terapia combinada com antibióticos (duração
máxima do tratamento - 8 semanas).
Síndrome de Zollinger-Ellison: 60mg a 120mg/dia VO.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade ao omeprazol.
EFEITOS ADVERSOS
Cefaléia, vertigem. Diarréia, dor abdominal, náusea, vômito, constipação, alteração no paladar, cólon
irritável, hipocolia fecal e candidíase esofágica. Dor nas costas, fraqueza e cãibras. Dor testicular e
poliúria.
INTERAÇÕES
Pode reduzir efeito do cetoconazol e itraconazol. Pode aumentar a ação do diazepam, warfarina,
fenitoína e carbamazepina.
PRECAUÇÕES
Biodisponibilidade aumentada em pacientes com cirrose hepática, mas não há relatos do aumento da
toxicidade.
Possibilidade de tumores gástricos.
[ ... ]

CIMETIDINA

Ref. TAGAMET
Antiulcerosos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido revestido - 400mg
Solução injetável - 150mg/ml
INDICAÇÕES
Gastrite. Esofagite de refluxo. Úlcera péptica. Hemorragia intestinal.
POSOLOGIA
Comprimido:
Tratamento agudo da úlcera ativa e gastrite: 400mg VO, 2 vezes ao dia, ou 800mg VO, ao deitar, por um período de 8 semanas. A dose pode ser elevada para 400mg VO, 4 a 6 vezes ao dia, para um máximo de 2,4g/dia.
Profilaxia de úlcera duodenal: 400mg VO, à noite, ou 400mg VO, 2 vezes ao dia, pela manhã e à noite, ao deitar.
Esofagite de refluxo: 400mg VO, 4 vezes ao dia, por um período de 4 a 8 semanas.
Solução injetável: 200mg IM, de 4/4h ou de 6/6h (máximo de 2,4g/dia).
50mg a 100mg/hora, por infusão contínua (durante 30 a 60 minutos), durante as 24 horas. Dose
máxima de 2,4g/dia.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade à cimetidina ou a outro agonista H2.
EFEITOS ADVERSOS
Diarréia, náusea e vômito. Sonolência, agitação, cefaléia e tontura. Bradicardia, hipotensão,
taquicardia. Febre e rash cutâneo. Ginecomastia e diminuição da potência sexual. Neutropenia,
agranulocitose e trombocitopenia. Mialgia. Aumento das transaminases hepáticas e elevação da
creatinina.
INTERAÇÕES
Pode reduzir ação do cetoconazol, digoxina, fluconazol, indometacina, tetraciclina.
Pode ter a sua ação reduzida com antiácidos, metoclopramida e cigarro.
Pode aumentar os efeitos adversos de antidepressivos tricíclicos, imipramina, benzodiazepínicos,
bloqueadores dos canais de cálcio, cafeína, carbamazepina, cloroquina, fenitoína, fenobarbital,
lidocaína, metoprolol, metronidazol, pentoxifilina, propranolol, digoxina, quinidina, sulfoniluréia,
teofilina e warfarina.
PRECAUÇÕES
Não fumar. Não beber. Não ingerir substâncias que contenham cafeína.
Controlar tempo de protrombina em pacientes usando anticoagulantes.
Ajustar dosagens na insuficiência renal ou hepática ou em pacientes que receberam drogas
metabolizadas no sistema P-450.
[ ... ]

ZIDOVUDINA + LAMIVUDINA

Ref. BIOVIR
Anti-retrovirais

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido revestido - 300mg + 150mg
INDICAÇÕES
Infecções por HIV com indicação de terapia anti-retroviral.
POSOLOGIA
São usadas como parte de um regime de múltiplas drogas (pelo menos três anti-retrovirais).
Adolescentes e adultos: 300mg + 150mg VO, 2 vezes ao dia.
Prevenção de infecção pelo HIV após acidente pérfuro-cortante: 300mg + 150mg VO, 2 vezes ao dia.
Em casos de alto risco de infecção, associar um inibidor de protease (indinavir, por ex.).
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade à zidovudina e/ou lamivudina.
EFEITOS ADVERSOS
Cefaléia severa, febre. Exantema. Náusea, vômito, anorexia, diarréia, dor abdominal, dispepsia.
Pancreatite. Anemia, leucopenia, granulocitopenia, trombocitopenia. Fadiga, tontura, insônia,
sonolência, depressão, lipotímia. Parestesias. Neurotoxicidade. Tosse e sintomas nasais. Mialgia,
artralgia. Hepatotoxicidade, hepatite colestática, elevação de transaminases e amilase.
Mielossupressão.
INTERAÇÕES
A lamivudina aumenta a concentração máxima da zidovudina em cerca de 39%.
Trimetoprim/sulfametoxazol eleva os níveis plasmáticos da zidovudina.
Rifampicina pode diminuir a biodisponibilidade da zidovudina.
Co-administração com anfotericina B, adriamicina, vincristina, vimblastina, doxorrubicina, interferon,
paracetamol, cimetidina, indometacina, lorazepam, probenecida, aspirina, aciclovir e pentamidina
aumentam a toxicidade.
PRECAUÇÕES
Ajustar dose na insuficiência renal e insuficiência hepática.
História ou fatores de risco de pancreatite. Freqüentemente associado com toxicidade hematológica.
[ ... ]

LAMIVUDINA

Ref. EPIVIR
LAMIVUDINA

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido revestido - 150mg
INDICAÇÕES
Infecções por HIV com indicação de terapia anti-retroviral. Deve ser usado como parte de um regime de múltiplas drogas (pelo menos três anti-retrovirais) infecções pelo vírus da hepatite B na evidência de replicação viral e inflamação hepática aguda.
POSOLOGIA
Adolescentes e adultos: 150mg VO, 2 vezes ao dia.
Adultos < 50kg: 2mg/kg VO, 2 vezes ao dia.
Prevenção de infecção pelo HIV após acidente pérfuro-cortante: 150mg VO, 2 vezes ao dia (associado
à zidovudina e inibidor de protease).
Hepatite B: 100mg/dia VO.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade ao fármaco.
EFEITOS ADVERSOS
Cefaléia. Insônia. Fadiga. Mal-estar, tontura, depressão e febre. Dor abdominal, anorexia, dispepsia,
náusea, vômito e diarréia. Exantema. Febre. Pancreatite. Neuropatia periférica. Parestesias. Tosse e
sintomas nasais. Neutropenia e anemia. Mialgia e artralgia. Elevação de transaminases e amilase.
INTERAÇÕES
Aumenta a concentração máxima da zidovudina em cerca de 39%.
Trimetoprim/sulfametoxazol eleva os níveis plasmáticos da droga.
PRECAUÇÕES
Insuficiência renal. Não utilizar se o clearance de creatinina for < 5ml/minutos.
História ou fatores de risco para pancreatite.
Risco de hepatite recorrente após descontinuação da droga em portadores de hepatite B.
[ ... ]

SELEGILINA (CLORIDRATO)

Ref. JUMEXIL
Antiparkinsonianos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido - 5mg
INDICAÇÕES
Doença de Parkinson, parkinsonismo sintomático e outras doenças degenerativas do sistema nervoso central. Síndrome psico-orgânica primária.
POSOLOGIA
Adulto: 5mg VO, 2 vezes ao dia (café da manhã e almoço), ou 10mg VO, pela manhã.
Idosos: 5mg VO, 1 vez ao dia (pela manhã), podendo aumentar para 2 vezes ao dia.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade à selegilina. Uso concomitante com meperidina. Desordens extrapiramidais
associadas à hipersensibilidade aos receptores dopaminérgicos.
EFEITOS ADVERSOS
Hipotensão postural, hipertensão, arritmias, palpitações, angina, taquicardia, bradicardia, síncope,
edema periférico. Alucinações, tonturas, confusão, ansiedade, depressão, sonolência, distúrbio de
humor, pesadelos, nervosismo. Fadiga. Reações de hipersensibilidade. Boca seca, dor epigástrica,
náusea, vômito, diarréia, constipação, perda de peso, dispepsia. Retenção urinária, hiperplasia
prostática e disfunção sexual. Tremor, coréia, bradicinesia. Visão turva.
INTERAÇÕES
Pode aumentar os efeitos sedativos com álcool e outros medicamentos que produzem depressão do
SNC.
Dextroanfetaminas, dextrometorfano, meperidina e sibutramina podem resultar em síndrome da
serotonina.
PRECAUÇÕES
Alimentos contendo tiramina.
Amamentação. Gravidez.
Evitar a ingestão de bebida alcoólica.
[ ... ]

CARBIDOPA + LEVODOPA

Ref. SINEMET
antiparkinsonianos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido - 25mg + 250mg
INDICAÇÕES
Doença de Parkinson. Parkinsonismo pós-encefalite. Parkinsonismo sintomático causado por lesões
do SNC, decorrentes de intoxicação por monóxido de carbono.
POSOLOGIA
Adulto: 25mg + 250mg VO, 2 a 4 vezes ao dia, logo após as refeições. Aumentar, quando necessário, para um máximo de 200mg + 2000mg/dia.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade à carbidopa e/ou levodopa. Glaucoma de ângulo fechado. Uso concomitante de
inibidores da MAO.
EFEITOS ADVERSOS
Anorexia, boca seca, alterações do paladar, dor epigástrica, dispepsia, sialorréia, constipação, náusea,
vômito, úlcera duodenal, hemorragia digestiva. Hipotensão postural, hipertensão, arritmias,
palpitações, angina, síncope, flebite. Dispnéia, tosse. Cefaléia, tonturas, ansiedade, confusão,
pesadelos, alucinações, diminuição da acuidade mental, distúrbio de memória, desorientação, euforia,
agitação, irritabilidade, sonolência, insônia, distúrbio de humor, nervosismo, ataxia, efeitos
extrapiramidais. Reações de hipersensibilidade. Anemia hemolítica, agranulocitose, trombocitopenia,
leucopenia, diminuição da hemoglobina e hematócrito. Alterações de transaminases, bilirrubina,
desidrogenase lática, uréia, creatinina e teste de Coombs. Tremor, coréia, movimentos involuntários,
parestesias, fraqueza muscular, cãibra, dor óssea. Retenção urinária, descoloração da urina.
Blefaroespasmo.
INTERAÇÕES
Seu efeito pode ser reduzido por benzodiazepínicos, L-metionina, fenitoína, piridoxina, antipsicóticos,
fenotiazinas, antimuscarínicos.
Metoclopramida aumenta a absorção de levodopa. Ferro diminui a absorção de levodopa e carbidopa.
Uso concomitante com inibidores não seletivos da MAO pode resultar em reações hipertensivas;
descontinuar o uso 14 dias antes de iniciar o tratamento.
Potencializa os efeitos dos anti-hipertensivos.
PRECAUÇÕES
Evitar alimentos com alto teor de proteínas (diminuem a eficácia). Usar com cautela em pacientes com
distúrbios psiquiátricos, melanomas e outras doenças da pele não diagnosticadas e diabetes mellitus.
Gravidez. Lactação. Menores de 18 anos.
[ ... ]

BIPERIDENO (CLORIDRATO)

Ref. AKINETON
Antiparkinsonianos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido - 2mg
INDICAÇÕES
Doença de Parkinson. Reações extrapiramidais induzidas por medicamentos. Espasticidade
decorrente de traumatismo medular e crânio-encefálico. Neuralgia do trigêmeo.
POSOLOGIA
Adulto: 2mg VO, 3 a 4 vezes ao dia. Ajustar a dose de acordo com a necessidade terapêutica, até
16mg/dia.
CONTRA-INDICAÇÕES
Glaucoma de ângulo estreito. Hipertrofia prostática sintomática. Estenose mecânica do piloro.
Megacólon. Hipersensibilidade ao biperideno.
EFEITOS ADVERSOS
Boca seca, dor epigástrica e constipação. Distúrbio de humor, agitação, nervosismo, euforia,
sonolência, tontura e visão turva. Hipotensão, taquicardia. Retenção urinária.
INTERAÇÕES
Pode aumentar os efeitos sedativos com álcool e outros medicamentos que produzem depressão do
SNC.
Pode ter seus efeitos anticolinérgicos aumentados por amantadina e outros medicamentos com ação
anticolinérgica.
Pode ter sua ação diminuída por antidiarréicos.
Pode diminuir a ação da clorpromazina.
PRECAUÇÕES
Amamentação. Gravidez. Instabilidade cardiovascular. Miastenia gravis.
Evitar a ingestão de bebida alcoólica.
[ ... ]

TAMOXIFENO (CITRATO)

Ref. NOLVADEX
Antineoplásicos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido revestido - 10mg e 20mg
INDICAÇÕES
Tratamento hormonal para câncer de mama.
POSOLOGIA
20mg VO, em dose única, ou 10mg VO, 2 vezes ao dia.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade ao fármaco. Gravidez. Lactação.
EFEITOS ADVERSOS
Náusea, vômito, intolerância gastrointestinal. Ondas de calor. Leucopenia, trombocitopenia,
sangramento vaginal, fenômenos tromboembólicos. Aumento de triglicerídeos e transaminases.
Hipercalcemia. Prurido vulvar. Depressão, tontura, cefaléia, distúrbios visuais (alterações corneanas,
catarata e retinopatia). Reações de hipersensibilidade.
INTERAÇÕES
Pode intensificar a resposta aos anticoagulantes orais.
Estrogênios podem interferir na sua ação terapêutica.
Quando associado a agentes citotóxicos pode haver aumento de fenômenos tromboembólicos.
PRECAUÇÕES
Deve-se considerar a relação risco-benefício em pacientes portadores de catarata, distúrbios de visão,
leucopenia ou trombocitopenia.
Verificar sistematicamente as concentrações séricas de cálcio e a realização de hemograma.
Investigar sangramento vaginal anormal em virtude do risco aumentado de alterações endometriais,
incluindo hiperplasia, pólipos e câncer.
As pacientes devem ser advertidas para não engravidarem durante o tratamento.
As pacientes na pré-menopausa devem ser informadas de que terão a menstruação suprimida durante
o tratamento.
[ ... ]

METOTREXATO

Ref. METROTEX
Antineoplásicos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Solução injetável - 25mg/ml
INDICAÇÕES
Leucemia linfoblástica aguda. Tumores trofoblásticos, linfossarcomas, outros tumores de cabeça e
pescoço, bexiga, mama, ovário, próstata, pulmão, rim e testículo.
POSOLOGIA
Adulto e criança: 20 a 40mg/m2 IV, 2 vezes por semana. Dose de manutenção de 15mg a 30mg/m2 IV, 1 ou 2 vezes por semana.
Em associação com outros agentes antineoplásicos na dose de 40mg/m2 IV, a cada 3 ou 4 semanas.
A dose e a duração da terapia deverão ser ajustadas ao tipo de neoplasia e às condições clínicas do
paciente.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade ao fármaco. Gravidez. Lactação. Insuficiência renal e hepática. Mielossupressão
preexistente. Portadores de HIV. Discrasia sanguínea.
EFEITOS ADVERSOS
Estomatite ulcerativa, glossite, gengivite, náusea, vômito, diarréia, anorexia, mucosite. Supressão das
funções da reprodução. Lesões hepáticas, renais e neurológicas. Cistite. Tontura, fraqueza,
encefalopatia, febre e calafrios. Reações de hipersensibilidade. Alopécia, alterações de pigmentação
da pele, fotossensibilidade. Mielossupressão, leucopenia e trombocitopenia. Enterite hemorrágica.
INTERAÇÕES
Pode aumentar a atividade anticoagulante e o risco de hemorragias dos medicamentos antigotosos
(alopurinol, colchicina ou probenecida).
Pode ocasionar anormalidades neurológicas, quando administrado com aciclovir parenteral.
Ácido fólico e derivados contidos nos produtos vitamínicos reduzem seus efeitos farmacológicos/tóxicos.
Alcalóides da vinca, citarabina e daunorrubicina aumentam sua captação celular.
Bleomicina, canamicina, corticosteróides, hidroxicarbamida, mercaptopurina, neomicina e penicilinamina
diminuem sua captação celular.
Cetoprofeno, diclofenaco, fenilbutazona, indometacina e naproxeno causam toxicidade grave.
Sulfonamidas aumentam o risco de hepatotoxicidade.
PRECAUÇÕES
Pode ocorrer necrose óssea e de tecidos após radioterapia. Placas erosivas dolorosas podem ocorrer
com tratamento de psoríases.
Reações de fotossensibilidade podem ocorrer.
Ajustar dose em pacientes com insuficiência hepática ou renal.
Ascites e derrames pleurais devem ser drenados antes de iniciar a terapia.
Usar com cautela em pacientes idosos, com úlcera péptica, colite ulcerativa, mielodepressão, porfiria.
Deverá ser feita uma hidratação antes, durante e após a sua administração em virtude da
nefrotoxicidade. Controle hematológico antes de cada administração.
[ ... ]

FLUTAMIDA

Ref. EULEXIN
Antineoplásicos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido - 250mg
INDICAÇÕES
Tratamento do câncer de próstata avançado em pacientes não tratados previamente ou naqueles que não responderam ou se tornaram refratários à manipulação hormonal.
Como componente de esquema terapêutico usado no tratamento do câncer de próstata localizado em estágio B2 a C2 (T2b aT4).
POSOLOGIA
250mg VO, de 8/8h.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da fórmula.
Transaminases excedendo 2 ou 3 vezes o limite normal.
Insuficiência hepática grave.
EFEITOS ADVERSOS
Ginecomastia e/ou sensibilidade mamária aumentada, às vezes acompanhadas de galactorréia.
Diarréia, constipação, anorexia, dor epigástrica, pirose, náusea, vômito, aumento do apetite.
Insuficiência hepática, icterícia, necrose hepática, encefalopatia hepática. Insônia, cansaço, fraqueza,
mal-estar, tontura, visão turva. Diminuição da libido e diminuição da contagem de espermatozóides.
Dor torácica. Edema. Reações de hipersensibilidade (eritema, prurido, anemia hemolítica, síndrome
similar ao lúpus, ulcerações, erupções vesiculares e necrólise epidérmica).
INTERAÇÕES
Aumento no tempo de protrombina, quando administrado concomitante com warfarina.
PRECAUÇÕES
Quando combinado com um agonista LHRH, o tratamento com flutamida pode ter início 24h antes.
No câncer localizado de próstata, o tratamento com flutamida deve ser iniciado 8 semanas antes da
radioterapia e continuar durante a mesma.
Deve ser administrado com cautela em pacientes com comprometimento da função hepática.
[ ... ]

DOXORRUBICINA (CLORIDRATO)

Ref. ADRIBLASTINA
Antineoplásicos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Pó liofilisado para solução injetável - 10mg e 50mg
INDICAÇÕES
Carcinoma da bexiga, cabeça e pescoço, colo uterino, gástrico, hepático, mama, ovário, pâncreas,
próstata, testículo, tireóide, osteossarcoma, neuroblastoma, leucemias, linfomas, mieloma.
POSOLOGIA
Via intravenosa, 50mg a 75mg/m2 IV, em aplicação única, a cada 3 ou 4 semanas.
A dose e a duração da terapia deverão ser ajustadas ao tipo de neoplasia e às condições clínicas do
paciente.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade ao fármaco. Gravidez. Lactação. Radioterapia.
Insuficiência cardíaca congestiva, cardiomiopatia e mielossupressão.
EFEITOS ADVERSOS
Mielossupressão. Cardiotoxicidade. Neurotoxicidade. Náusea, vômito, diarréia, mucosite, dor
epigástrica. Alopécia. Hiperpigmentação cutânea. Hiperuricemia.
INTERAÇÕES
Pode diminuir o efeito da estavudina.
Ciclosporina aumenta o risco de neurotoxicidade.
Ciclofosfamida ou radioterapia podem aumentar a cardiotoxicidade.
Antineoplásicos potencializam sua toxicidade.
Doxorrubicina aumenta o risco de cardiotoxicidade em pacientes anteriormente tratados com
daunorrubicina.
Possível sinergismo para certas neoplasias e possível aumento da nefrotoxicidade quando associado
à cisplatina.
PRECAUÇÕES
Não é recomendado em neonatos.
Evitar extravasamento, pois pode ocasionar necrose tecidual.
Avaliar a função cardíaca antes de iniciar o tratamento.
[ ... ]

CISPLATINA

Ref. PLATIRAN
Antineoplásicos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Solução injetável - 1mg/ml
INDICAÇÕES
Na tratamento do câncer: tumores da cabeça e pescoço, pulmão, esofagiano, tireóide, mama,
próstata, testículo, bexiga, colo do útero, ovário, tumores germinativos, sarcomas, linfomas,
neuroblastoma e melanoma maligno.
POSOLOGIA
Via intravenosa, 60 a 120mg/m2 a cada 3 a 4 semanas, ou 40mg/m2 semanal.
A dose e a duração da terapia deverão ser ajustadas ao tipo de neoplasia.
CONTRA-INDICAÇÕES
Reações alérgicas à cisplatina ou outros componentes da fórmula.
Gravidez. Amamentação.
Disfunção renal prévia e depressão medular.
EFEITOS ADVERSOS
Nefrotoxicidade, ototoxicidade, anorexia, insuficiência renal, náusea, vômito, mucosite,
mielodepressão, anemia, neurotoxicidade, distúrbios hidroeletrolíticos, hiperuricemia, toxicidade ocular,
hepatotoxicidade, anafilaxia.
INTERAÇÕES
Vacinas por vírus vivos.
Aminoglicosídeos, vancomicina, cefalotina e furosemida potencializam a nefrotoxicidade da
cisplatina.
Alcalóides da vinca podem aumentar a neurotoxicidade.
Pode haver interações com radiação ionizante.
PRECAUÇÕES
Uso de drogas com potencial ototóxico ou nefrotóxico deve ser evitado ou adequadamente
monitorizado.
Monitorar a função renal e hepática, bem como possíveis alterações neurológicas e auditivas, antes e
depois da terapia com cisplatina.
Métodos contraceptivos devem ser realizados durante o tratamento com cisplatina e, no mínimo, 3
meses após o tratamento.
Deverá ser feita uma hidratação antes, durante e após a sua administração em virtude da
nefrotoxicidade. Controle hematológico antes de cada administração.
Evitar contato direto com a pele, principalmente quem prepara e administra a droga. Se caírem gotas
de cisplatina na pele, deve ser lavada imediatamente com água e sabão.
Suspender imediatamente a administração em caso de extravasamento.
[ ... ]

SINVASTATINA

Ref. ZOCOR
Antilipêmicos e Redutores de Colesterol

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido revestido - 10mg
Comprimido - 5mg, 10mg, 20mg e 40mg
INDICAÇÕES
Hipercolesterolemia isolada ou associada à hipertrigliceridemia.
POSOLOGIA
Adulto: iniciar com 10mg VO, após a refeição noturna. Ajustes de dose, quando necessário, devem ser efetuados após 4 semanas.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade a qualquer dos componentes da apresentação. Gravidez. Lactação. Doença
hepática ativa.
EFEITOS ADVERSOS
Anorexia, dor abdominal, náusea, vômito, flatulência, diarréia, constipação e dispepsia. Pancreatite e
hepatite. Cefaléia, tonturas, cãibras, parestesias e neuropatia periférica. Astenia. Anemia. Erupção
cutânea, prurido, alopécia. Distúrbio do paladar e visão turva.
INTERAÇÕES
Potencializa o efeito dos anticoagulantes cumarínicos ou indandiônicos.
Pode intensificar o efeito hipoglicemiante das sulfoniluréias (antidiabéticos orais) e da insulina.
Anticoncepcionais orais podem alterar sua eficácia.
Itraconazol aumenta os níveis séricos de sinvastatina.
Uso simultâneo com eritromicina, ciclosporina, niacina e genfibrozila pode resultar em rabdomiólise.
PRECAUÇÕES
Monitorizar a função hepática, renal e alterações de enzimas musculares.
Evitar o uso em crianças.
Monitorização cuidadosa do tempo de protrombina; pode ser necessário reduzir a dose de anticoagulantes.
[ ... ]

LOVASTATINA

Ref. MEVACOR
Antilipêmicos e Redutores de Colesterol

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido - 10mg, 20mg e 40mg
INDICAÇÕES
Hipercolesterolemia isolada ou associada à hipertrigliceridemia.
POSOLOGIA
Adultos: iniciar com 10mg ou 20mg VO, 1 vez ao dia, após a refeição noturna.
CONTRA-INDICAÇÕES
Gravidez. Doença hepática ativa. Hipersensibilidade à lovastatina.
EFEITOS ADVERSOS
Flatulência, pirose, diarréia, constipação, náusea, vômito, dor abdominal, dispepsia, alterações do
paladar, hepatite, icterícia colestática. Pancreatite. Cefaléia, tonturas, visão turva, parestesias,
neuropatia periférica, ansiedade. Mialgias, cãibras, miopatia e rabdomiólise. Alopécia. Eritema
multiforme, necrólise epidérmica tóxica, rash, prurido, urticária e angioedema. Síndrome “Lupus- like”.
INTERAÇÕES
Pode aumentar o tempo de sangramento ou de protrombina, quando administrado com ácido
nicotínico, anticoagulantes cumarínicos ou indandiônicos.
Ciclosporina, eritromicina, genfibrozila ou imunossupressores podem aumentar o risco de miopatias
e insuficiência renal.
PRECAUÇÕES
Monitorizar a função hepática, renal e alterações de enzimas musculares.
Evitar o uso em crianças e mães amamentando.
Usar com cuidado em pacientes que ingerem grande quantidade de álcool ou com história de hepatopatia.
[ ... ]

GENFIBROZILA

Ref. LOPID
Antilipêmicos e Redutores de Colesterol

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido - 600mg
INDICAÇÕES
Hipertrigliceridemia associada ou não à hipercolesterolemia.
POSOLOGIA
Adulto: 600mg VO, 2 vezes ao dia, 30 minutos antes das refeições (café da manhã e jantar).
CONTRA-INDICAÇÕES
Disfunção hepática e renal. Litíase biliar. Hipersensibilidade à genfibrozila.
EFEITOS ADVERSOS
Boca seca, dispepsia, dor abdominal, náusea, vômito, diarréia. Icterícia colestática, litíase biliar,
elevação de transaminases e diminuição de fosfatase alcalina. Dermatite esfoliativa, reações de
fotossensibilidade, urticária, rash e prurido cutâneo. Cefaléia, adinamia, tontura, sonolência,
parestesias, neurite periférica, depressão. Visão turva. Anemia, leucopenia, trombocitopenia,
eosinofilia, hipoplasia da medula óssea. Mialgias, rabdomiólise. Alterações da função renal.
Impotência sexual.
INTERAÇÕES
Possibilidade de rabdomiólise quando usado com inibidores da HMG-CoA redutase. Potencializa o
efeito de anticoagulantes (warfarina).
PRECAUÇÕES
Evitar o uso em crianças, gestantes e mães amamentando.
Monitorização cuidadosa do tempo de protrombina; pode ser necessário reduzir a dose de
anticoagulantes.
[ ... ]

TENOXICAM

Ref. TILATIL
Antiinflamatórios e Anti-reumáticos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Pó liofilizado para solução injetável - 20mg
Comprimido revestido - 20mg
INDICAÇÕES
Tratamento sintomático a médio e longo prazo de doenças reumáticas crônicas, como artrite
reumatóide, osteoartrite, espondilite anquilosante e doenças correlatas do tecido conectivo. Gota
aguda. Tratamento de lesão musculoesquelético. Dor e inflamação de pós-operatório. Dismenorréia
primária e anexite. Síndromes dolorosas diversas (nevralgia cérvico-braquial, cervicalgia, lombalgia,
ciática, etc.). Adjuvante no tratamento da dor e inflamação na faringo-amigdalite, sinusites e otites.
POSOLOGIA
Adulto: 20mg a 40mg (IM, IV ou VO), 1 vez ao dia.
CONTRA-INDICAÇÕES
Úlcera péptica ativa. Hemorragia gastrointestinal. Hipersensibilidade à droga e a outros
antiinflamatórios não esteroidais. Gravidez e lactação. Crianças menores de 14 anos.
EFEITOS ADVERSOS
Desconforto abdominal, anorexia, náusea, constipação, flatulência, diarréia, indigestão, sangramento
gastrointestinal, perfuração e úlcera. Estomatite. Cefaléia, tonturas, sonolência, insônia, depressão,
nervosismo, alucinações, alterações de humor, pesadelo, confusão mental, parestesia e vertigem.
Broncoespasmo, urticária, angioedema, rash cutâneo, vasculite e doença do soro. Anemia,
trombocitopenia e púrpura não trombocitopênica. Distúrbios hepáticos, incluindo icterícia e hepatite.
INTERAÇÕES
Aumenta o risco de ulceração e hemorragia gastrointestinal quando associado a outros
antiinflamatórios não esteroidais e altas doses de salicilatos.
Anticoagulantes orais, heparina, pentoxifilina, ticlopidina, cimetidina e probenecida aumentam o risco
hemorrágico. Podem elevar o efeito/toxicidade do metotrexato, ciclosporina, digoxina, insulina,
sulfoniluréias, lítio, diuréticos poupadores de potássio, aspirina e warfarina. Reduz os efeitos de
diuréticos e de anti-hipertensivos.
PRECAUÇÕES
Usar com cautela em pacientes com distúrbios gastrointestinais ou com antecedentes de úlcera
gástrica, doença de Crohn, distúrbios hematopoiéticos, afecções hepáticas, cardíacas ou renais
graves.
Associado a diuréticos ou utilizado em pacientes com depleção do volume extracelular, aumenta o
risco de insuficiência renal.
Pode inibir temporariamente a agregação plaquetária.
[ ... ]

PIROXICAM

Ref. FELDENE
Antiinflamatórios e Anti-reumáticos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Cápsula - 20mg
Comprimido solúvel - 20mg
Cápsula gelatinosa dura - 20mg
INDICAÇÕES
Tratamento sintomático a médio e longo prazo de doenças reumáticas crônicas, como artrite
reumatóide, osteoartrite, espondilite anquilosante e doenças correlatas do tecido conectivo. Gota
aguda. Tratamento de lesão musculoesquelética. Dor e inflamação de pós-operatório. Dismenorréia
primária e anexite. Síndromes dolorosas diversas (nevralgia, cérvico-braquial, cervicalgia, lombalgia,
ciática, etc.). Adjuvante no tratamento da dor e inflamação na faringo-amigdalite, sinusites e otites.
POSOLOGIA
Adultos e pacientes acima de 12 anos: 20mg VO, em dose única, com as refeições. Distúrbios
musculoesqueléticos agudos e gota aguda: iniciar com 40mg/dia VO, nos primeiros 2 dias (dose
única ou fracionada). A partir do 3º dia, reduzir para 20mg/dia. A duração do tratamento varia de 7 a
14 dias.
Dor pós-traumática e pós-operatória: iniciar com 20mg VO, 1 a 2 vezes ao dia.
Dismenorréia primária: iniciar com 40mg/dia VO, em dose única, nos 2 primeiros dias do período
menstrual e, se necessário, 20mg/dia VO, em dose única, nos dias subseqüentes.
CONTRA-INDICAÇÕES
Gravidez. Lactação. Hipersensibilidade ao piroxicam ou a outros antiinflamatórios não esteroidais.
Hemorragias gastrointestinais e úlcera péptica em fase ativa. Insuficiência hepática ou renal. Crianças
menores de 12 anos.
EFEITOS ADVERSOS
Estomatite, anorexia, desconforto epigástrico, náusea, constipação, flatulência, diarréia, dor
abdominal, indigestão, sangramento gastrointestinal, perfuração e úlcera. Cefaléia, tonturas,
sonolência, insônia, depressão, nervosismo, alucinações, alterações de humor, pesadelo, confusão
mental, parestesia e vertigem. Edema nos olhos, visão turva e irritações oculares. Broncoespasmo,
urticária, angioedema, rash cutâneo, vasculite e doença do soro. Anemia, trombocitopenia e púrpura
não trombocitopênica. Afecções hepáticas severas, incluindo icterícia e casos fatais de hepatite.
INTERAÇÕES
Aumenta o risco de ulceração e hemorragia gastrointestinal quando associado a outros
antiinflamatórios não esteroidais e altas doses de salicilatos.
Anticoagulantes orais, heparina, pentoxifilina, ticlopidina e probenecida aumentam o risco
hemorrágico.
Pode elevar o efeito/toxicidade do metotrexato, ciclosporina, digoxina, insulina, sulfoniluréias, lítio,
diuréticos poupadores de potássio, aspirina e warfarina.
Reduz os efeitos de diuréticos e de anti-hipertensivos.
PRECAUÇÕES
Usar com cautela em pacientes com distúrbios gastrointestinais ou com antecedentes de úlcera
gástrica, doença de Crohn, distúrbios hematopoiéticos, afecções hepáticas, cardíacas ou renais graves.
Associado a diuréticos ou utilizado em pacientes com depleção do volume extracelular, aumenta o
risco de insuficiência renal. Pode inibir temporariamente a agregação plaquetária.
[ ... ]

NIMESULIDA

Ref. NISULID
Antiinflamatórios e Anti-reumáticos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido - 100mg
Suspensão oral - 50mg/ml
INDICAÇÕES
Tratamento sintomático a médio e longo prazo de doenças reumáticas crônicas, como artrite
reumatóide, osteoartrite, espondilite anquilosante e doenças correlatas do tecido conectivo. Tratamento
de lesão musculoesquelética. Dor e inflamação de pós-operatório. Dismenorréia primária e anexite.
Síndromes dolorosas diversas (nevralgia cérvico-braquial, cervicalgia, lombalgia, ciática, etc.).
Adjuvante no tratamento da dor e inflamação na faringo-amigdalite, sinusites e otites.
POSOLOGIA
Adultos: 50mg a 200mg VO, 2 vezes ao dia, com as refeições.
Crianças: 2,5mg a 5mg/kg VO, 2 vezes ao dia, com as refeições.
CONTRA-INDICAÇÕES
Gravidez. Lactação. Hipersensibilidade à nimesulida ou a outros antiinflamatórios não esteroidais.
Hemorragias gastrointestinais e úlcera péptica em fase ativa. Insuficiência hepática ou renal.
EFEITOS ADVERSOS
Dor e desconforto epigástrico, sangramento gastrointestinal ocasional, úlcera gástrica ou intestinal,
dispepsia, anorexia, náusea, vômito, flatulência, constipação, diarréia. Insuficiência hepática, casos
raros de hepatite, com ou sem icterícia. Pancreatite. Colite não-específica e exacerbação de colite
ulcerativa. Estomatite, glossite. Reações de hipersensibilidade (erupção cutânea, urticária, rash,
prurido, dermatite esfoliativa, púrpura alérgica, erupção bolhosa, eczema, broncoespasmo,
angioedema, síndrome de Stevens-Johnson, epidermólise tóxica aguda). Cefaléia, tontura, vertigem,
zumbido, transtornos do sono, depressão, ansiedade, distúrbios do paladar e da visão.
Fotossensibilidade. Insuficiência renal, hematúria, proteinúria, nefrite intersticial, síndrome nefrótica.
Alveolite, eosinofilia pulmonar. Discrasias sanguíneas. Edema, podendo precipitar insuficiência
cardíaca congestiva.
INTERAÇÕES
Aumenta o risco de ulceração e hemorragia gastrointestinal quando associado a outros
antiinflamatórios não esteroidais e altas doses de salicilatos.
Anticoagulantes orais, heparina, pentoxifilina, ticlopidina e probenecida aumentam o risco
hemorrágico.
Pode elevar o efeito/toxicidade do metotrexato, ciclosporina, digoxina, insulina, sulfoniluréias, lítio,
diuréticos poupadores de potássio, aspirina e warfarina.
Reduz os efeitos de diuréticos e de anti-hipertensivos.
PRECAUÇÕES
Usar com cautela em pacientes com distúrbios gastrointestinais ou com antecedentes de úlcera
gástrica, doença de Crohn, distúrbios hematopoiéticos, afecções hepáticas, cardíacas ou renais
graves.
Associado a diuréticos ou utilizado em pacientes com depleção do volume extracelular, aumenta o
risco de insuficiência renal.
Pode inibir temporariamente a agregação plaquetária.
[ ... ]

DICLOFENACO SÓDICO

Ref. VOLTAREN
Antiinflamatórios e Anti-reumáticos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Solução injetável - 25mg/ml
Comprimido revestido - 50mg
Comprimido revestido - 100mg (Retard)
INDICAÇÕES
Tratamento sintomático a médio e longo prazo de doenças reumáticas crônicas, como artrite
reumatóide, osteoartrite, espondilite anquilosante e doenças correlatas do tecido conectivo.
Tratamento de lesão musculoesquelética. Dor e inflamação de pós-operatório. Dismenorréia primária e anexite. Síndromes dolorosas diversas (nevralgia cérvico-braquial, cervicalgia, lombalgia, ciática,
etc.). Adjuvante no tratamento da dor e inflamação na faringo-amigdalite, sinusites e otites.
POSOLOGIA
Adultos e pacientes acima de 14 anos de idade: 50mg VO, 2 a 3 vezes ao dia, ou 100mg (Retard) VO,
1 a 2 vezes ao dia.
Injetável: 75mg via IM, profunda. Máximo de 150mg/dia IM, em doses divididas (não usar por mais de 2 dias).
CONTRA-INDICAÇÕES
Gravidez. Lactação. Hipersensibilidade ao diclofenaco ou a outros antiinflamatórios não esteroidais.
Úlcera gástrica ou duodenal. Insuficiência hepática ou renal.
EFEITOS ADVERSOS
Dor no local da injeção (uso parenteral).
Dor e desconforto epigástrico, sangramento gastrointestinal ocasional, úlcera gástrica ou intestinal,
dispepsia, anorexia, náusea, vômito, flatulência, constipação, diarréia. Insuficiência hepática, casos
raros de hepatite, com ou sem icterícia. Pancreatite. Colite não-específica e exacerbação de colite
ulcerativa. Estomatite, glossite. Reações de hipersensibilidade (erupção cutânea, urticária, rash,
prurido, dermatite esfoliativa, púrpura alérgica, erupção bolhosa, eczema, broncoespasmo,
angioedema, síndrome de Stevens-Johnson, epidermólise tóxica aguda). Cefaléia, tontura, vertigem,
zumbido, transtornos do sono, depressão, ansiedade, distúrbios do paladar e da visão.
Fotossensibilidade. Insuficiência renal, hematúria, proteinúria, nefrite intersticial, síndrome nefrótica.
Alveolite, eosinofilia pulmonar. Discrasias sanguíneas. Edema, podendo precipitar insuficiência
cardíaca congestiva.
INTERAÇÕES
Aumenta o risco de ulceração e hemorragia gastrointestinal quando associado a outros
antiinflamatórios não esteroidais e altas doses de salicilatos.
Anticoagulantes orais, heparina, pentoxifilina, ticlopidina, bloqueadores dos canais de cálcio e
probenecida aumentam o risco hemorrágico.
Pode elevar o efeito/toxicidade do metotrexato, ciclosporina, paracetamol, digoxina, insulina,
sulfoniluréias, lítio, diuréticos poupadores de potássio, aspirina e warfarina.
Reduz os efeitos de diuréticos e de inibidores da ECA e betabloqueadores.
PRECAUÇÕES
Usar com cautela em pacientes com distúrbios gastrointestinais ou com antecedentes de úlcera
gástrica, doença de Crohn, distúrbios hematopoiéticos, afecções hepáticas, cardíacas ou renais
graves.
Associado a diuréticos ou utilizado em pacientes com depleção do volume extracelular, aumenta o
risco de insuficiência renal.
Pode inibir temporariamente a agregação plaquetária.
O uso em pacientes pediátricos abaixo de 14 anos deve ser evitado, pois a segurança e a eficácia
nesse grupo de pacientes ainda não foram bem estabelecidas.
[ ... ]

DICLOFENACO POTÁSSICO

Ref. CATAFLAM
Antiinflamatórios e Anti-reumáticos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido revestido - 50mg
Solução injetável - 25mg/ml
Suspensão oral - 15mg/ml (diclofenaco resinato)
INDICAÇÕES
Tratamento sintomático a médio e longo prazo de doenças reumáticas crônicas, como artrite
reumatóide, osteoartrite, espondilite anquilosante e doenças correlatas do tecido conectivo.
Tratamento de lesão musculoesquelética. Dor e inflamação de pós-operatório. Dismenorréia primária
e anexite. Síndromes dolorosas diversas (nevralgia cérvico-braquial, cervicalgia, lombalgia, ciática,
etc.). Adjuvante no tratamento da dor e inflamação na faringo-amigdalite, sinusites e otites.
POSOLOGIA
Adultos e pacientes acima de 14 anos de idade: 50mg IM (profundo) ou VO, 2 a 3 vezes ao dia.
Crianças acima de 4 anos: 0,5mg a 2mg/kg/dia VO, divididos em 2 a 3 vezes ao dia.
No caso de administração por VO, recomenda-se a utilização com as refeições.
CONTRA-INDICAÇÕES
Gravidez. Lactação. Hipersensibilidade ao diclofenaco ou a outros antiinflamatórios não esteroidais.
Úlcera gástrica ou duodenal. Insuficiência hepática ou renal.
EFEITOS ADVERSOS
Dor no local da injeção (uso parenteral).
Dor e desconforto epigástrico, sangramento gastrointestinal ocasional, úlcera gástrica ou intestinal,
dispepsia, anorexia, náusea, vômito, flatulência, constipação, diarréia. Insuficiência hepática, casos
raros de hepatite, com ou sem icterícia. Pancreatite. Colite não-específica e exacerbação de colite
ulcerativa. Estomatite, glossite. Reações de hipersensibilidade (erupção cutânea, urticária, rash,
prurido, dermatite esfoliativa, púrpura alérgica, erupção bolhosa, eczema, broncoespasmo,
angioedema, síndrome de Stevens-Johnson, epidermólise tóxica aguda). Cefaléia, tontura, vertigem,
zumbido, transtornos do sono, depressão, ansiedade, distúrbios do paladar e da visão.
Fotossensibilidade. Insuficiência renal, hematúria, proteinúria, nefrite intersticial, síndrome nefrótica.
Alveolite, eosinofilia pulmonar. Discrasias sanguíneas. Edema, podendo precipitar insuficiência
cardíaca congestiva.
INTERAÇÕES
Aumenta o risco de ulceração e hemorragia gastrointestinal quando associado a outros
antiinflamatórios não esteroidais e altas doses de salicilatos. Anticoagulantes orais, heparina,
pentoxifilina, ticlopidina, bloqueadores dos canais de cálcio e probenecida aumentam o risco
hemorrágico. Pode elevar o efeito/toxicidade do metotrexato, ciclosporina, digoxina, insulina,
sulfoniluréias, lítio, diuréticos poupadores de potássio, aspirina e warfarina.
Reduz os efeitos de diuréticos e inibidores da ECA e betabloqueadores.
Aspirina diminui sua biodisponibilidade, não sendo recomendada a administração concomitante.
PRECAUÇÕES
Usar com cautela em pacientes com distúrbios gastrointestinais ou com antecedentes de úlcera
gástrica, doença de Crohn, distúrbios hematopoiéticos, afecções hepáticas, cardíacas ou renais
graves. Associado a diuréticos ou utilizado em pacientes com depleção do volume extracelular,
aumenta o risco de insuficiência renal. Pode inibir temporariamente a agregação plaquetária.
[ ... ]

DICLOFENACO DIETILAMÔNIO

Ref. CATAFLAM EMULGEL
Antiinflamatórios e Anti-reumáticos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Gel creme - 10mg/g
INDICAÇÕES
Tratamento local a curto prazo de lesão musculoesquelética aguda.
POSOLOGIA
Aplicar no local afetado 3 a 4 vezes ao dia.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade ao diclofenaco, propilenoglicol, álcool isopropílico e outros antiinflamatórios não
esteroidais.
EFEITOS ADVERSOS
Prurido, eritema, erupções cutâneas. Em casos raros, urticária, dermatite esfoliativa, reação de
fotossensibilidade, púrpura alérgica, eczema, edema. Pode ocasionar efeitos sistêmicos de
hipersensibilidade.
INTERAÇÕES
Não têm sido descritas.
PRECAUÇÕES
Usar com cautela em pacientes com antecedentes de dermatite atópica.
Não utilizar em feridas abertas ou escoriações.
Evitar o contato com olhos e mucosas.
[ ... ]

CETOPROFENO

Ref. PROFENID
Antiinflamatórios e Anti-reumáticos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Solução injetável - 50mg/ml
Pó liofilizado para solução injetável - 100mg
INDICAÇÕES
Antiinflamatório. Analgésico. Antipirético. Tratamento de processos inflamatórios agudos, dor do pré e
pós-operatório. Lesões traumáticas musculoesqueléticas. Síndromes dolorosas diversas (nevralgia
cérvico-braquial, cervicalgia, lombalgia, ciática, etc).
POSOLOGIA
Adulto: 50 a 100mg via IM, de 4/4h. Dose máxima de 200mg/dia.
CONTRA-INDICAÇÕES
Gravidez. Lactação. Hipersensibilidade ao cetoprofeno ou a outros antiinflamatórios não esteroidais.
Úlcera gástrica ou duodenal. Insuficiência hepática ou renal. Menores de 14 anos.
EFEITOS ADVERSOS
Dor no local da injeção. Dor e desconforto epigástrico, sangramento gastrointestinal ocasional,
ulceração, dispepsia, náusea, vômito, constipação ou diarréia. Insuficiência hepática, pancreatite.
Reações de hipersensibilidade (erupção cutânea, rash, prurido, broncoespasmo, angioedema).
Cefaléia, tontura, vertigem, sonolência, zumbido. Fotossensibilidade. Insuficiência renal, hematúria.
Alveolite, eosinofilia pulmonar. Discrasias sanguíneas. Edema, podendo precipitar insuficiência
cardíaca congestiva.
INTERAÇÕES
Aumenta o risco de ulceração e hemorragia gastrointestinal quando associado a antiinflamatórios não
esteroidais e altas doses de salicilatos.
Anticoagulantes orais, heparina, pentoxifilina, ticlopidina e probenecida aumentam o risco
hemorrágico.
Reduz os efeitos de diuréticos e de anti-hipertensivos.
Aumenta o efeito/toxicidade das sulfoniluréias, fenitoína, lítio e metotrexato.
Associado a diuréticos ou utilizado em pacientes desidratados, aumenta o risco de insuficiência renal.
PRECAUÇÕES
Usar com cautela em pacientes com anemia, função cardíaca comprometida, alterações da função
renal e hepática, antecedentes de gastrite ou úlcera gastro-duodenal, discrasias sanguíneas. Pacientes
em uso de anticoagulantes.
Diminui a eficácia dos dispositivos intra-uterinos.
[ ... ]

LISINOPRIL

Ref. ZESTRIL
Anti-hipertensivos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido - 5mg, 10mg e 20mg
INDICAÇÕES
Hipertensão arterial. Insuficiência cardíaca congestiva. Infarto agudo do miocárdio.
POSOLOGIA
Hipertensão arterial: dose inicial de 10mg VO, 1 vez ao dia. Em função da resposta terapêutica,
aumentar para 5mg ou 10 mg/dia, em intervalos de 1 a 2 semanas, até uma dose máxima de
40mg/dia.
Idosos e pacientes com insuficiência cardíaca: dose inicial de 2,5mg a 5mg/dia VO. Em função da
resposta terapêutica, aumentar para 2,5mg a 5mg/dia VO, em intervalos de 1 a 2 semanas, até uma
dose máxima diária de 40mg/dia.
Infarto agudo do miocárdio: dose inicial de 5mg/dia VO, podendo ser elevada para 10mg/dia VO, após
48h de início do tratamento, em função da resposta terapêutica.
CONTRA-INDICAÇÕES
Gravidez. Hipersensibilidade ao lisinopril ou outros inibidores da ECA.
EFEITOS ADVERSOS
Hipotensão ortostática. Cefaléia, tonturas, adinamia. Tosse seca. Diarréia, náusea, vômito, dor
abdominal, anorexia, flatulência. Fraqueza muscular. Vasculite, palpitações, síncope. Febre,
depressão, sonolência. Rash cutâneo, urticária, prurido, angioedema, artralgia. Neutropenia,
depressão da medula óssea. Hepatite.
INTERAÇÕES
Seu efeito anti-hipertensivo pode ser potencializado pela associação com diuréticos, nitratos,
derivados da nitroglicerina e probenecida.
Associado a diuréticos poupadores de potássio, suplementos de potássio ou substitutivos de sal
contendo potássio, pode elevar os níveis de potássio sérico.
Pode elevar os níveis séricos de lítio.
Antiinflamatórios não esteroidais, aspirina, antiácidos e rifampicina podem diminuir ou abolir a
eficácia anti-hipertensiva.
PRECAUÇÕES
Pacientes hipertensos ou com insuficiência cardíaca, principalmente quando estiverem em uso de
diuréticos, nitratos ou vasodilatadores, dieta sem sal ou desidratação, poderão apresentar hipotensão
arterial de grau variável e hipotensão ortostática.
Deve ser usado com cautela em pacientes com diminuição da função renal, estenose valvular aórtica
e hipercalemia.
[ ... ]

ENALAPRIL (MALEATO)

Ref. RENITEC
Anti-hipertensivos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido - 5mg, 10mg e 20mg
INDICAÇÕES
Hipertensão arterial. Insuficiência cardíaca congestiva.
POSOLOGIA
Dose inicial: 5mg a 20mg VO, 1 a 2 vezes ao dia.
Dose habitual: 10mg a 40mg/dia VO, como dose única ou em 2 vezes ao dia.
CONTRA-INDICAÇÕES
Gravidez. Hipersensibilidade ao enalapril, enalaprilato ou outros inibidores da ECA.
EFEITOS ADVERSOS
Dor torácica, tosse seca, dispnéia. Síncope, hipotensão ortostática. Cefaléia, zumbido, tonturas,
fadiga, fraqueza muscular, ataxia, confusão mental, vertigem. Dor abdominal, alterações do paladar,
náusea, diarréia, constipação. Alopécia. Reações de hipersensibilidade (rash cutâneo, eritema
multiforme, urticária, angioedema, síndrome de Stevens-Johnson). Disfunção sexual, ginecomastia.
Agranulocitose, neutropenia, anemia. Icterícia e hepatite.
INTERAÇÕES
Diuréticos poupadores de potássio, suplementos de potássio ou substitutivos de sal contendo
potássio podem elevar os níveis de potássio sérico.
Diuréticos, nitratos, derivados da nitroglicerina e probenecida potencializam a hipotensão.
Pode aumentar os efeitos tóxicos do lítio e da digoxina.
Alopurinol pode aumentar a freqüência de reações de hipersensibilidade.
Antiácidos podem diminuir a absorção, recomendando-se horários de administração separados por
pelo menos 2 horas.
Probenecida pode aumentar os níveis séricos dos inibidores da ECA.
Antiinflamatórios não esteroidais, aspirina, antiácidos e rifampicina podem diminuir ou abolir a
eficácia anti-hipertensiva do enalapril.
PRECAUÇÕES
Pacientes hipertensos ou com insuficiência cardíaca, principalmente quando estiverem em uso de
diurético, nitratos ou vasodilatadores, dieta sem sal ou desidratação, poderão apresentar hipotensão
arterial de grau variável e hipotensão ortostática.
Deve ser usado com cautela em pacientes com diminuição da função renal, estenose valvular aórtica
e hipercalemia.
[ ... ]

CAPTOPRIL + HIDROCLOROTIAZIDA

Ref. LOPRIL D
Anti-hipertensivos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido - 50mg + 25mg
INDICAÇÕES
Hipertensão arterial.
POSOLOGIA
Dose inicial: 1/2 (meio) a 1 comprimido VO, 1 vez ao dia, preferencialmente 1 hora antes das
refeições. A dose pode ser aumentada em função da resposta terapêutica (não exceder 15mg de
captopril e 50mg de hidroclorotiazida).
CONTRA-INDICAÇÕES
Gravidez. Hipersensibilidade ao captopril, outro inibidor da ECA, hidroclorotiazida ou outras drogas
derivadas da sulfonamida.
EFEITOS ADVERSOS
Relacionados ao captopril:
Tosse seca persistente. Insônia, cefaléia, tonturas, fadiga. Rash cutâneo, prurido, reações cutâneas de
fotossensibilidade. Alopécia. Dor abdominal, náusea, diarréia, constipação, anorexia, alterações do
paladar. Parestesias. Mais raramente ocorrem hipotensão arterial, angioedema, hiperpotassemia,
neutropenia, agranulocitose, proteinúria, aumento da uréia e creatinina.
Relacionados à hidroclorotiazida:
Hipopotassemia, hiperglicemia, hiperuricemia, reações cutâneas de fotossensibilidade, discrasias
sanguíneas e azotemia pré-renal.
INTERAÇÕES
Além das interações descritas anteriormente para o captopril, vale salientar que: anfotericina B,
corticosteróides ou corticotrofina podem intensificar a hipocalemia, devendo-se monitorizar os níveis
de potássio. Usar suplementos de potássio, quando necessário.
Tiazidas podem ocasionar hiperglicemia, podendo ser necessário ajustar dose de hipoglicemiantes.
Diazóxido aumenta os efeitos hiperglicêmico, hiperuricêmico e anti-hipertensivo.
Efeito hipotensor de inibidores da MAO e vasodilatadores aumenta quando associado aos tiazídicos.
Relaxantes musculares não despolarizantes, pré-anestésicos, anestésicos, digoxina e lítio podem ter
os efeitos potencializados.
PRECAUÇÕES
Usar com cautela em pacientes com alterações da função renal, doenças hepáticas, diabetes mellitus,
gota aguda e lupus eritematoso sistêmico.
Pode ocorrer hiponatremia por diluição em pacientes edemaciados.
[ ... ]

CAPTOPRIL

Ref. CAPOTEN
Anti-hipertensivos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido - 12,5mg, 25mg e 50mg
INDICAÇÕES
Hipertensão arterial. Insuficiência cardíaca congestiva. Infarto agudo do miocárdio. Nefropatia
diabética.
POSOLOGIA
Adulto: dose inicial é de 25mg VO, 2 a 3 vezes ao dia, sendo a primeira dose ao deitar.
Idosos: 6,25mg a 12,5mg VO, 2 vezes ao dia.
Em pacientes sob terapia diurética e na fase aguda do infarto agudo do miocárdio, a dose inicial
recomendada é de 6,25mg VO, 1 a 2 vezes ao dia (risco de resposta hipotensora exagerada).
As doses podem ser elevadas em função da resposta terapêutica.
CONTRA-INDICAÇÕES
Alergia ao captopril ou outro inibidor da ECA. Gravidez.
EFEITOS ADVERSOS
Tosse seca persistente. Insônia, cefaléia, tonturas e fadiga. Rash cutâneo, reações cutâneas de
fotossensibilidade, prurido, alopécia. Dor abdominal, náusea, diarréia, constipação, anorexia,
alterações do paladar. Parestesias. Mais raramente ocorrem hipotensão arterial, angioedema,
hiperpotassemia, neutropenia, agranulocitose, proteinúria, aumento da uréia e creatinina.
INTERAÇÕES
Seu efeito anti-hipertensivo pode ser potencializado pela associação com diuréticos, nitratos e
derivados da nitroglicerina e probenecida.
Diuréticos poupadores de potássio, suplementos de potássio ou substitutivos de sal contendo
potássio podem induzir o aparecimento de hiperpotassemia.
Pode potencializar os efeitos tóxicos do lítio e da digoxina.
Alopurinol pode aumentar a freqüência de reações de hipersensibilidade, existindo relatos de
aparecimento da síndrome de Stevens-Johnson.
Probenecida pode aumentar os níveis séricos dos inibidores da ECA.
Antiinflamatórios não esteroidais, aspirina e antiácidos podem diminuir ou abolir a eficácia antihipertensiva
do captopril.
PRECAUÇÕES
Pacientes hipertensos ou com insuficiência cardíaca, principalmente em uso de diuréticos, nitratos ou
vasodilatadores, dieta sem sal ou desidratação, poderão apresentar hipotensão arterial de grau
variável e hipotensão ortostática.
Deve ser usado com cautela em pacientes com função renal comprometida, estenose valvular aórtica
e hipercalemia.
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ATENOLOL

Ref. ATENOL
Anti-hipertensivos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido - 25mg, 50mg e 100mg
INDICAÇÕES
Hipertensão arterial. Angina do peito. Infarto agudo do miocárdio. Arritmias cardíacas como fibrilação
e flutter artrial, arritmias induzidas por excesso de catecolaminas e arritmias ventriculares que não
respondem aos fármacos de primeira escolha. Prolapso da válvula mitral. Profilaxia da enxaqueca.
POSOLOGIA
Hipertensão arterial e arritmias cardíacas: 25mg a 100mg VO, 1 vez ao dia.
Angina do peito e infarto agudo do miocárdio: 50mg a 100mg VO, 1 ou 2 vezes ao dia.
Prolapso de válvula mitral sintomático e profilaxia da enxaqueca: 25mg a 50mg VO, 1 vez ao dia.
CONTRA-INDICAÇÕES
Asma brônquica ou antecedentes de broncoespasmo. Bradicardia grave, bloqueio AV de segundo e
terceiro graus. Choque cardiogênico. Edema pulmonar. Doença do nó sinusal. Insuficiência cardíaca
descompensada. Doença arterial periférica severa. Gravidez. Lactação.
EFEITOS ADVERSOS
Aparecimento ou agravamento dos distúrbios de condução AV e bradicardia acentuada.
Broncoespasmo. Vasoconstrição periférica (incluindo acentuação de fenômeno de Raynaud). Fadiga.
Distúrbio do sono. Disfunção sexual. Distúrbios gastrointestinais. Exacerbação de psoríase.
INTERAÇÕES
Sais de alumínio e de cálcio, barbitúricos, colestiramina, colestipol, antiinflamatórios não esteroidais,
ampicilina, rifampicina, salicilatos e sulfimpirazona podem diminuir seus níveis plasmáticos. Aminas
simpaticomiméticas, antiinflamatórios não esteroidais e contraceptivos orais podem diminuir seu
efeito hipotensor. Anestésicos, diltiazem, felodipina, nicardipina, propafenona, quinidina e cimetidina
podem aumentar seus efeitos terapêuticos/tóxicos. Pode diminuir o efeito das sulfoniluréias. Pode
exacerbar o efeito/toxicidade da flecainida, hidralazina, clonidina (crise hipertensiva da retirada
abrupta), nifedipina, verapamil, lidocaína, ergotamina e prazosin. Pode alterar de maneira imprevisível
os efeitos do álcool, disopiramida, relaxantes musculares não despolarizantes e teofilina. Pode
potencializar o risco de hipoglicemia e mascarar os sinais e sintomas, quando associado com
hipoglicemiantes orais ou insulina.
Fenotiazínicos aumentam a concentração de ambos.
PRECAUÇÕES
A suspensão do tratamento deve ser feita com redução gradual das doses, em 1 a 2 semanas, para
evitar hipertensão de rebote.
Usar com cautela em pacientes (especialmente idosos) com doença pulmonar crônica, disfunção
renal, doença arterial periférica, miastenia gravis, diabetes mellitus.
[ ... ]

ANLODIPINO (BESILATO)

Ref. NORVASC
Anti-hipertensivos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Comprimido - 5mg e 10mg
INDICAÇÕES
Hipertensão arterial. Angina do peito.
POSOLOGIA
Iniciar com 5mg VO, 1 vez ao dia, podendo aumentar para 10mg em função da resposta do paciente.
CONTRA-INDICAÇÕES
Choque cardiogênico, angina do peito instável, estenose aórtica severa. Gravidez. Hipersensibilidade
aos bloqueadores de canais de cálcio.
EFEITOS ADVERSOS
Cefaléia, edema, fadiga, náusea, rubor facial, tonturas, rash cutâneo (raramente prurido e eritema
multiforme). Taquicardia e hipotensão.
Menos freqüentemente podem ser observados dor abdominal, palpitações, modificações de peso,
mialgias, artralgias, disfunção sexual, aumento da freqüência urinária.
INTERAÇÕES
Drogas cujo substrato enzimático é o CYP3A3/4.
Aumenta os efeitos do benazepril, ciclosporina e betabloqueadores.
Associação com fentanil pode determinar hipotensão severa e aumentar as necessidades de reposição
hídrica.
PRECAUÇÕES
Usar com cautela em pacientes com insuficiência hepática ou renal, insuficiência cardíaca congestiva,
doença do nó sinusal, disfunção ventricular esquerda severa, cardiomiopatia hipertrófica
(especialmente obstrutiva), edema cerebral ou hipertensão intracraniana. Associação com digoxina e
betabloqueadores. Em idosos a probabilidade de hipotensão severa é mais acentuada.
[ ... ]

MEBENDAZOL + TIABENDAZOL

Ref. HELMIBEN
Anti-helmínticos

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
Suspensão oral - 20mg/ml + 33,2mg/ml
INDICAÇÕES
Ascaridíase. Oxiuríase. Trichuríase. Ancilostomíase. Hidatidose. Larva migrans cutânea.
POSOLOGIA
Criança - 5ml VO, 2 vezes ao dia, durante 3 dias consecutivos.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade aos benzimidazólicos. Gravidez. Lactação.
EFEITOS ADVERSOS
Dor abdominal, diarréia, náusea e vômito. Prurido e erupção cutânea. Neutropenia. Artralgia.
Adinamia. Sonolência e cefaléia.
INTERAÇÕES
Potencializa a ação da insulina, hipoglicemiantes orais, teofilina e outras xantinas.
Carbamazepina e fenitoína reduzem as concentrações plasmáticas.
Cimetidina aumenta as concentrações plasmáticas.
PRECAUÇÕES
Usar com cautela em pacientes com disfunção hepática ou renal.
[ ... ]

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